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domingo, 29 de outubro de 2017
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Na Estante: Deep (Stage Dive #4)
E eu finalmente cheguei ao final da série Stage Dive, um caminho que começou lá em 2015. Não posso negar que me apeguei aos personagens e estava bem ansiosa para saber como isso tudo terminaria. Realmente, os dois últimos livros deram uma caída se compararmos com os dois primeiros, mas de forma geral, é uma série bem gostosa de ler. Na verdade, eu ainda não sei explicar o efeito que a escrita da autora tem em mim, sério. Eu comecei a ler esse livro depois de terminar o Menina Veneno, da Carina Rissi, e, na minha cabeça eu leria só algumas páginas e logo iria dormir. Rá. Quando dei por mim já tinha passado na página oitenta e nem sabia como. Continuei lendo e puft, acabei o livro. Peguei o celular, crente que era no máximo duas da manhã... três e meia. Se considerarmos o horário de verão, estava quase certa, rs. Sério, os livros da série são devoráveis e esse não foge dessa regra. O livro ganhou quatro estrelas e foi um ótimo final para a série, mas calma, vou explicar tudo nos detalhes.
Lizzy tinha toda a sua vida planejada e arrumada, estava cursando psicologia e estava bem longe de problemas. O que ela não esperava é que duas linhas poderiam mudar todo o rumo dos seus planos. Duas linhas. Positivo. Como? Não era possível que aquilo fosse real, ela tomava tanto cuidado com tudo e nem estava com ninguém desde Ben. Ben. O baixista mimado da Stage Dive, banda que estava presente em sua vida por conta de sua irmã, Anne, que era casada com o baterista, Mal. Ela já tinha sido completamente apaixonada por Ben, mas tudo tinha ficado para trás desde aquela noite em Vegas. Era isso. Vegas era culpada, ou melhor, ela e Ben eram culpados em Vegas. Isso colocaria a vida dos dois de cabeça para baixo e ainda deixaria a banda um caos, uma vez que o baixista havia prometido para mal que não daria em cima de sua cunhada. Como tanta coisa aconteceu em tão pouco tempo e como que tudo se resumia a duas linhas em um teste de gravidez?
"Nenhum de nós planejou isso. Mas você tem que parar de querer
concorrer ao prêmio de idiota do ano e dar um jeito
nessa sua cabeça antes que seja tarde demais." - Página 162
Eles estavam ligadas e isso não podia ser desfeito. A banda estava para sair em turnê e a única solução que todos acharam foi colocar Lizzy no avião com todos eles sob os cuidados médicos mais caros e possíveis do mundo. Ah se esse fosse todo o problema. Ela não tinha o esquecido, não de verdade, e agora tinha algo crescendo dentro dela para lembrá-la o tempo todo que eles já tinham tido a chance de tentar, mas não tinha dado certo. Será que uma segunda chance daria jeito? Mas como, se Ben evitava tudo que era ligado a relacionamentos sérios e compromissos de forma geral. Todos tinham muita coisa para resolver.
"- O que é isso? Você sabe o que a gente está fazendo?
- O que eu não deveria estar fazendo."
Página 104
Ben é meio bobinho. Ele não chega a ser babaca como o Jimmy, cantor e personagem principal do terceiro livro, mas também não é nenhum bad-boy apaixonante como Mal, baterista e personagem principal do segundo livro. Ele é mais como David, o guitarrista dono da história no primeiro livro. Dito isso, não me apeguei demais a ele. Ele é infantil em suas escolhas e ações, por mais que já seja um pouco mais velho. Em alguns momentos acerta muito e em outros erra feio, ou seja, é um personagem bem humano. Lizzy segue o mesmo caminho, boba de tudo no começo do livro, mas por uma obra divina vai ganhando uma força bem legal durante o livro. Ela muda bastante e é de um jeito bom, ela começa a se dar mais valor e a entender que não precisa de alguém, quem dera todas as personagens de new adult percebessem isso.
O livro não é perfeito, mas faz seu papel. Conhecemos bem a história dos personagens principais e ainda vemos como todo o resto da banda está no meio disso, como sempre, a maior parte dos post-its foram para frases do Mal, rs. O livro ficou com quatro estrelas porque, por mais devorável e gostoso que seja de ler, ele ainda tem muitas falhas quando o assunto é o relacionamento dos personagens principais. A relação deles foi quase pro mesmo caminho da do terceiro livro e isso deu uma leve preguiça, mas nada grave. Em resumo, a série toda é baseada em relacionamentos forçados (nossa, falando assim fica até feio). Vou explicar, os personagens principais sempre se viam forçados de alguma forma a se aguentarem, romanticamente ou não, mas acabando em romance. Em alguns livros isso funcionou, em outros nem tanto, mas de forma geral é uma série obrigatória para quem ama tretas hollywoodianas, new adults de raiz e muito drama com bandas de rock, rs.
Deep (Stage Dive #4)
Autora: Kylie Scott
Páginas: 319
Editora: Universo dos Livros
Skoob do Livro.
Meu Skoob.
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Na Estante: Lead (Stage Dive #3)
Eu gastei um bom tempo pensando sobre o que eu tinha achado desse livro de verdade, eu realmente não tinha ideia do que falar sobre ele ou como explicar como tinha sido a leitura. Ele é o terceiro da série Stage Dive e eu não posso negar que estava com as expectativas lá no alto, mas acho que quebrei um pouco minha cara enquanto lia. O primeiro livro, Lick, me conquistou muito na época em que li e com segundo, Play, não foi diferente. O que aconteceu enquanto lia esse livro foi bem mais parecido com o que senti quando li Princesa de Papel, raiva do personagem principal. Vamos por partes, vou tentar me explicar direitinho. Eu li esse livro de uma vez só, ou seja, não posso negar que ele é devorável, mas, ao mesmo tempo, eu devorei grande parte da história não por estar amando tudo, mas sim por querer saber como a autora ia se virar com o que tinha feito, faz sentido? O livro recebeu quatro estrelas e, como sempre, vou contar tudo que achei.
Lena estava brigada com uma parte da sua família, principalmente sua irmã, e, por conta disso, estava tentando achar empregos que a levasse para bem longe de casa. É numa dessas tentativas de emprego que ela acaba caindo no meio de uma banda de rock muito famosa, a Stage Dive. Os caras da banda precisavam da ajuda dela para bancar a babá do vocalista, Jimmy, que estava se recuperando dos problemas que havia tido com drogas no passado. O emprego era bem simples, em tese. Ela precisava acompanhar a banda em eventos e precisava estar por perto do vocalista quando ele não estava com os amigos. Segundo os integrantes da banda, ela era perfeita para o emprego pois não não levava desaforo para casa e também não se rendia as bestereiras que o vocalista falava. De certa forma, os amigos de Jimmy também torciam para que Lena desse uma quebrada no coraçãpo de gelo de Jimmy, o que eles não imaginavam era que seria bem por aí mesmo, mas de um jeito catastrófico que podia destruir o coração dos dois no final.
"Porque eu gosto de você! E não grita comigo." - Página 100
Para Lena, adimitir que ela tinha se apaixonado por seu mais novo patrão era algo impossível. Só que é claro que ele percebe, afinal, os dois passavam quase vinte e quatro horas juntos. Jimmy também estava sentindo o mesmo, mas com medo de fazer besteira, resolveu atacar os sentimentos de Lena e afastá-la de qualquer coisa ligada ao amor. Ele tentou arranjar encontros para ela com alguns funcionários e amigos da banda, em todos os casos ele terminou a noite com ciúmes e raiva dele mesmo, tentou se afastar, mas se arrepende no segundo seguinte e tentou, até mesmo, lembrá-la de todos os defeitos que ele tinha, que não são poucos. Mas nós não podemos mandar no coração e os dois logo começam a perceber isso da pior maneira possível, se apaixonando ainda mais justo quando todo o estrago já havia sido feito.
"Também não sei se eles ficarem juntos
seria uma boa ideia." - Página 127
O livro ganhou quatro estrelas por dois motivos básicos, um é que é muito bem escrito (tanto que eu devorei a história) e o outro é que ele conta com os personagens dos outros dois livros da série que vieram antes desse. Sério, mais da metade dos post-its que usei nesse livro não foram com os personagens principais, mais sim com um secundário que eu já conhecia e amava, Mal, o protagonista do segundo livro. Agora vamos por partes, porque os protagonistas dessa história têm probleminhas e não são poucos. Jimmy é um senhor babaca. Sério, eu torci o livro inteiro para Lena se apaixonar em um dos encontros que teve ou simplesmente que ela sumisse do mapa e o deixasse para trás. Entendo que grande parte da personalidade de Jimmy tenha a ver com tudo que ele passou, e é contado na história, mas a outra parte é puro cara chato mesmo. Lena tinha me conquistado no começo da história, mas depois foi ficando bem difícil de defendê-la. Ela perdeu muito de sua personalidade quando se entregou ao desejo que estava sentido e isso foi meio irritante. Eu me animava de verdade, como comentei, quando os outros integrantes da banda apareciam e animavam o livro todo, rs.
Ainda vou ler o último livro da série, Deep, e em breve conto para vocês como foi. Tenho a esperança de que o último vai ser mais parecido com os dois primeiros do que com esse terceiro. De qualquer maneira, para quem gosta de New Adults de raiz (ou seja, cenas para maiores de dezesseis anos), esse é um livro que provavelmente vai entrar para seus favoritos. Ah! E se você gostou do livro Princesa de Papel, provavelmente vai amar esse, porque, como disse antes, os protagonistas são bem parecidos. O que me lembra que, por mais que faça parte de uma série, você consegue ler ele sem ter lido os outros dois, mas isso tiraria a graça da história caso um dia você resolva ler o resto. Em resumo, sigo sem ter muita certeza sobre a minha opinião sobre esse livro. Uma relação de amor e ódio, talvez.
Lead (Stage Dive #3)
Autora: Kylie Scott
Páginas: 351
Editora: Universo dos Livros
Skoob do Livro.
Meu Skoob.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Na Estante: Play (Stage Dive #2)
Eu já tinha lido outro livro da autora e gostado muito. No caso, eu li Lick, que faz parte da mesma série desse livro aqui (a série Stage Dive). A história tinha me conquistado e eu tinha amado os personagens principais e os secundários também. Foi exatamente por isso que fiquei tão animada para ler Play, porque o personagem principal dele já tinha aparecido em Lick e tinha chamado muito a minha atenção (cheguei a comentar isso na resenha). Toda a leveza que ele tinha levado para o outro livro fazer parte desse, que é todinho dele. Mesmo sendo uma série, esse livro pode ser lido independente do outro, o único "problema" é que tiraria a graça de ler o outro depois, mas não existem spoilers que estragariam tudo. O livro ficou com cinco lindas estrelinhas e um coração de favorito lá no meu skoob. Vale contar para vocês (e só para vocês, rs) que eu perdi totalmente a dignidade lendo esse livro, sério. Comecei a ler às três da manhã (ideia tola, eu sei) e só fui parar às cinco e pouco, quando acabei a última página. Eu não consegui parar, a história me prendeu de um jeito inexplicável. É exatamente por isso que acho que vocês devem ler a resenha até o final e, depois, ler o livro também. Vamos lá!
Anne sempre foi muito fã da banda de rock Stage Dive. Quando era mais nova, suas paredes eram lotadas de imagens de todos os integrantes da banda, principalmente de Mal, o baterista. O problema é que sua mãe entrou em uma forte depressão e ela acabou tendo que crescer um pouco mais rápido para poder cuidar da irmã mais nova, exatamente por isso a parede e todo o amor pela banda foi ficando de lado. Ela estava se dando relativamente bem na vida, tinha um emprego e cuidava da sua irmã que estava na faculdade, o que ela não esperava era que uma de suas melhores amigas, e colega de casa, a abandonaria uma semana antes do aluguel vencer e, para piorar, que ela faria isso levando tudo que ela tinham na casa sem nem avisar. Ela estava completamente acabada, até que sua vizinha, e também amiga, Lauren, a chamou para uma festa. Seria legal para tirar a cabeça dos problemas, pelo menos por uma noite. O que ela não esperava era que a festa seria na casa da melhor amiga de Lauren, que por um pequeno acaso da vida era casada com o guitarrista da Stage Dive.
"O que era aquilo dos badboys? Alguém tinha que
inventar uma cura." - Página 46
Anne estava tão para baixo que só se tocou que conheceria o guitarrista de sua banda favorita quando o viu pessoalmente lá. O que ela nem imaginava, nem em sonhos, era que ela conheceria também Mal, o baterista mais sexy do planeta, e que ele estaria precisando, e muito, dela. Ele precisava de uma namorada de fachada e Anne era tudo que ele havia sonhado para isso. Ela precisava de um novo colega de casa e lá estava ele pronto para ajudá-la, tudo que ela precisava fazer era aceitar o pedido maluco dele. Anne ignorou todos os gritos lógicos em sua cabeça, afinal, ele haviam (literalmente) acabado de se conhecer e aceitou toda a brincadeira. O que nenhum dos dois havia pensado era que no meio disso tudo seria difícil demais deixar a relação como apenas uma fachada. A ligação havia sido instantânea e a atração era forte demais. Mas quem estamos enganando aqui, estamos falando do pegador e bateriasta Mal Ericson, será que isso daria certo?
"Esta é a resposta certa. Nós seremos o casal falso
mais perfeito de todos os tempos, moranguinho." - Página 70
O que vou falar agora pode chocar algumas pessoas, então eu vou com calma, ok? Mal Ericson chegou bem perto do Travis Maddox (Belo Desastre) em meu coração. Ok, ainda com muita calma. Ele está do ladinho dos outros irmãos Maddox na minha listinha de favoritos. Ok, o choque já deve ter passado, ou não, rs. Eu já tinha me apaixonado por Mal em Lick, mas agora com um livro só dele tudo foi para outro nível. Ele é completamente maníaco e badboy clichê, mas eu amo tanto isso (haha). Sem esquecer que o senso de humor dele é algo genial, sério, quando eu não estava soltando longos suspiros eu estava passando mal de rir, de verdade. As falas dele sempre rendiam muito amor e risadas gostosas. Anne é uma personagem como, basicamente, todas as outras de new adults. Isso não é uma crítica, é um comentário. Ela vai crescendo pela história e, lá pela metade ela já se transforma em uma personagem bem mais forte e bem elaborada, gostei disso. Adorei rever os personagens de Lick e até mesmo conhecer mais alguns. Essa série está entrando para a listinha de favoritos e isso é só amor.
Toda a história do namoro falso e tudo mais gira em torno de um segredo que Mal guarda. Tudo é muito bem bolado, mas eu adivinhei o segredo assim que comecei o livro e, sim, estava certa. Isso não atrapalhou a leitura, mas tirou o fator surpresa que, acredito eu, teria feito eu gostar ainda mais da história (se é que isso é possível). Enfim, a autora está de parabéns e a editora também, por trazer o livro e a série para o Brasil. Se você gosta de new adults clichês, romance e muitas risadas esse livro é (definitivamente) para você. Não avisei antes, mas acredito que tenha ficado implícito, o livro é um new adult, ou seja, cenas para maiores de (pelo menos) dezesseis anos. Quem avisa, amiga é.
Play (Stage Dive #2)
Autora: Kylie Scott
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 320
Skoob do Livro.
Meu Skoob.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Na Estante: Lick (Stage Dive #1)
Eu estava muito animada para ler esse livro, ele tinha tudo para entrar para os meus favoritos, afinal, todo mundo estava me falando que ele era um verdadeiro New Adult de raiz, ou seja, mais amor que isso só dois disso. E eu estou aqui (dando pulinhos enquanto escrevo) para contar que todo mundo estava certo. Eu simplesmente amei esse livro. Ele tem todas as loucuras que eu amo e ainda mistura um pouco com o estilo fanfic que eu amo ainda mais (essa história de personagens famosos e muitas tretas hollywoodianas). Claro, não é um livro que vai mudar a vida de alguém com um pensamento filosófico nem nada do tipo, mas é um livro que diverte muito (eu ria de até doer a barriga em alguns momentos), que te deixa apaixonado e que só deixa você largar a história quando chega ao final. Sério, não é a toa que o livro lucrou cinco lindas estrelinhas comigo lá no skoob. Como disse ali em cima, estamos falando de um livro New Adult (de raiz!), ou seja, o livro tem sim temas mais pesados em todos os possíveis sentidos da palavra. Estou fazendo meu papel de avisar isso, mas o fato é que indico o livro para todos que, assim como eu, amam esse gênero. Ah, vale comentar que eu gastei muitos post-its, tipo, dei alok mesmo, rs. Ok, agora vamos focar na resenha, não é? Sim!
Evelyn sempre foi bem certinha. Nunca deu problemas para os pais, entrou na faculdade que sempre quis e sempre foi muito fã de música country. Bem ao contrário de sua melhor amiga, a completamente doidinha Lauren. Fã de rock, de muita bebida e festas as duas seguiam vidas bem diferentes, mesmo morando juntas. Foi aí que em um único dia em Las Vegas tudo mudou. Ev acordou sem nem saber onde estava, tudo culpa das tequilas, e logo percebeu que tinha um estranho no quarto. O que ela não podia imaginar era que o estranho era seu mais novo marido e, além disso, era também um dos guitarristas mais famosos do mundo. Por um pequeno acaso, era membro de uma das bandas de Rock favoritas de Lauren. A resolução era muito simples, divórcio. Mas David, o guitarrista, e Ev não gostam de coisas fáceis. E se eles tentassem entender o por quê de terem se casado? Claro, a tequila tem culpa no cartório, literalmente, mas alguma coisa muito forte juntou os dois, bastava descobrir o que era.
"Tudo que eu ouvira falar a respeito
de Vegas era verdade." - Página 7
de Vegas era verdade." - Página 7
É assim que os dois acabam dividido a mansão do Rock por um final de semana, pelo menos eles teriam alguns dias para pensar antes de assinar o divórcio. O que eles não esperavam era que a ligação seria muito mais forte que o esperado. Ia muito além de um casamento bêbado em Las Vegas, os dois se completavam de uma forma inexplicável e todos em volta podiam ver isso. Os fãs da banda podiam até não estar muito felizes com toda essa bagunça, mas, pelo menos, o fotógrafos de plantão e os fofoqueiros estavam pirando. A vida em Los Angeles não é um mar de rosas, ainda mais quando você é famoso. Um casamento que foi construído em um dia precisa de muito mais que apenas boa vontade para continuar, mas, ao mesmo tempo, pode ser uma aventura e tanto.
"Nós forçamos um ao outro para fora da zona de conforto." - Página139
David é uma mistura de todos os bad boys clássicos, mas com o bônus de cantar, escrever músicas e ainda tocar muito bem a guitarra. Tipo, isso pode ficar melhor? Acho difícil. Mas pode! Ele é bem temperamental, mas, por mais que isso irrite muita gente, é uma das coisas que mais gosto nesses new adults de raiz. O fato de que os bad boys se perdem de verdade quando se apaixonam, eu amo isso nos livros. É bem divertido de ler e, tipo assim, ele é um personagem muito sexy. Preciso falar mais? Imaginei, rs. Ev foi me conquistando aos poucos, mas o fato é que ela me lembrou muito as mocinhas de muitas das minhas fanfics favoritas. A garota que acaba com o astro sem saber que está com o astro! As burradas delas me divertiram muito e, querendo ou não, deixaram o livro bem mais leve. Ok, tudo lindo, mas quem merece palmas aqui é o Mal! O baterista mais hilário do gênero New Adult. Sério, eu realmente passei mal de rir com algumas cenas dele. O livro e a história não seriam nada sem esse lado mais divertido do baterista. Ponto para a autora!
Se você, assim como eu, ama esse tipo de livro precisa ler Lick para ontem. Sem pressão, mas é sério, rs. O livro, como comentei antes, tem tudo que eu mais amo e da melhor maneira possível. Todo o drama de Hollywood sempre me atrai, mas quando juntamos isso com todo o drama de uma história de amor entre um bad boy e uma garota certinha consegue ser ainda melhor. Eu li o livro numa noite e foi muito bom, eu estava com saudades de fazer isso com um livro e foi totalmente sem querer. Meu computador deu umas travadas (argh) e tudo que eu precisava resolver era online, para passar o tempo resolvi começar o livro e só larguei quando terminei. É o tipo de história que você se engana para ler mais e mais (só mais esse capítulo e eu juro que vou dormir). Indico mil vezes! A diagramação do livro está bem simples, mas bem bonita e fácil de acompanhar, não cansa a vista nem nada do tipo, puro amor em forma de livro. Ueba!
Lick
Autora: Kylie Scott
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 300
Skoob do Livro.
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Iza/Bela, 27 anos. Formada em Letras e professora de Inglês. Sou a definição de sonhadora... Amo brincar de escritora, adoro dançar, ver filmes, ficar na internet, virar a noite lendo, cantar desafinada no karaokê e passar horas com minhas amigas. Nunca vou ser velha demais para Disney e sonho em voltar para a Inglaterra. Publiquei dois contos pela Amazon (A Noite das Garotas e Um Presente de Natal) e um livro (On Stage) e tive a honra de vê-los entre os mais vendidos. Você me encontra no tiktok e no insta como @bellslopes.







