quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Na Estante: A Garota do Calendário - Julho


Música de vitória tocando ao fundo, por favor! Passamos da metade da série, minha gente! Me apeguei a personagem principal e acho até que vou ficar com saudades dela quando acabar, rs. Estamos aqui hoje para falar do sétimo livro, Julho. O livro seguiu o padrão de quase todos os outros que li até agora da série e acabou com quatro estrelas. O livro é bom e bem leve, mas foi por um caminho bem diferente do que estava esperando, mas vocês sabem que vou explicar isso melhor, não é mesmo? Então lá vamos nós. Ah! Lembrando que é um livro que faz parte de uma série e você pode considerar algumas coisas dessa resenha como spoiler da série. Quem avisa, amiga é.

Mia segue em sua missão de juntar o dinheiro para pagar a dívida que seu pai fez e, com isso, em julho, conhecemos mais um de seus clientes. O cantor de hip-hop Anton Santiago, que precisava de alguém único e marcante para seu mais novo clipe. O que Mia não esperava, era que, além de realmente aparecer no clipe e ainda ter que aprender a dançar enquanto faz caras e bocas para câmera, ela teria que lidar com seus sentimentos em relação ao seu primeiro cliente, Wes. Ele queria algo mais sério e a certeza de que, no final de todos os meses, ela voltaria para ele. No meio disso tudo, Mia ainda consegue ajudar Anton e sua assistente que estão no meio de um problema sério da carreira de ambos, além do clipe, é claro. 

"Às vezes, as decisões que precisamos tomar são mais difíceis 
para nós do que qualquer um poderia imaginar." - Página 44

Vocês já sabem que, quando o assunto é essa série, não tem como escrever muito, caso contrário, tudo vira spoiler, rs. O livro, como comentei ali em cima, foi por um caminho bem diferente do que eu esperava, afinal, o foco aqui não é a história do mês, mas sim todo o drama envolvendo a relação de Mia com Wes, Não estou reclamando, gostei dessa parte também, mas achei que começou de um jeito e aí virou tudo de cabeça para baixo e deu no que deu. Enfim, sigo gostando bastante da série e bem animada para continuar com tudo isso. Para quem não sabe se começa, se joga! Para quem não sabe se continua, continua sim!

A Garota do Calendário - Julho
Autora: Audrey Carlan
Editora: Verus
Páginas: 142
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Na Estante: #Fui


Faz um bom tempo que namoro esse livro nas livrarias da vida (nossa, que profundo isso), mas acabava nunca levando para casa até que em Março, naquela promoção louca de Dia da Mulher que a Saraiva faz (tem vídeo de unboxing aqui), eu tomei vergonha na cara e comprei. E aí o que fiz? Enrolei muito para ler, é claro. Até que nesse último feriado resolvi fazer mais uma maratona #24hBDE e levei o livro como quem não quer nada. Acabou sendo o primeiro (dos sete que li nessas vinte e quatro horas) e aqui estou eu para contar um pouco sobre ele para vocês. É um livro bem leve e divertido que acabou ficando com quatro estrelas. Algumas coisas em como a história é contada, uns detalhes bobinhos e o fato de tudo ser um pouco previsível me fizeram tirar essa estrela, mas é claro que conto isso nos detalhes para vocês.

Lully está prestes a realizar um grande sonho, fazer um intercâmbio de quatro meses nos Estados Unidos e, melhor que isso, vai trabalhar em uma estação de Ski! Muita ansiedade, muito medo, mas também muita vontade de viver tudo que o país do cheeseburger, como ela mesma fala, tem para oferecer. A única parte complicada de tudo isso, seria deixar seu namorado para trás no Brasil enquanto está lá no hemisfério norte. Eles conversam, eles se entendem e, com a promessa de que tudo continuaria igual entre os dois. Para uma pessoa que estava saindo do verão carioca, Lake Tahoe é quase a casa do papai noel para Lully. Uma cidade com muita neve e não só na estação de Ski. Por sorte, ela acaba fazendo e encontrando alguns amigos brasileiros assim que chega ao hotel (e até mesmo antes, no avião). Brasileiros se entendem e fazem festa como e onde podem. Mas espera, não era por isso que ela estava ali. Ela não queria viver de festas, queria trabalhar, juntar uma graninha e criar memórias únicas. Ah, esse era só seu primeiro obstáculo ali.

"É... Acho que a ficha finalmente caiu." - Página 16

Para trabalhar no lugar que queria da estação, ela precisava saber andar na neve e acabou precisando de aulas para isso. Sem esquecer, é claro, que não estava ali para brincar e aproveitar, mas sim para limpar mesas, atender pessoas e até mesmo limpar banheiros. Nada disso parecia ser um problema, afinal, era o que ela queria e não estava ligando para nada. As semanas vão passando e logo Lully vai se apegando cada vez mais aos lugar novo, aos amigos novos e a vida novas. mas espera, ela tinha uma vida inteira no Brasil, um namorado até. E é aí que ela se vê com uma difícil escolha para fazer, algo que mudaria a sua vida para sempre. E já não era tão fácil assim de pensar, afinal, ela já não era mais a mesma pessoa de quando chegou.

"(...) Acho que só estou confusa porque estou longe 
por muito tempo, a distância muda a gente." - Página 269

O livro é uma graça e descreve de uma forma bem leve e divertida um intercâmbio de trabalho. Por um lado, tive vários momentos gostosos de lembrança da época que eu fiz intecâmbio, por mais que o meu não tenha sido de trabalho. Por outro lado, pude conhecer esse mundo um pouco diferente do que eu conhecia, afinal, já fui para os Estados Unidos, mas, até agora, só para ver o Mickey mesmo, rs. Os personagens são legais e bem construídos. De começo, não fui muito com a cara de Lully, mas a culpa não era dela (haha), mas sim de como sua história estava sendo narrada. Era muito detalhe que não precisava (e que estava escrito lá, entre parenteses, que não precisava estar), era muita hashtag no meio de frase e coisas do tipo. Quando isso foi parando, ao longo dos primeiros capítulos, fui me apegando mais com a história. Outra coisa que me fez tirar uma estrela da história, foi que eu meio que saquei o final lá no começo. Sou bem boa em fazer isso com filmes e livros, então pode ser que não seja um defeito e sim eu que sou chata (fato!). Enfim, aí perdeu um pouco a graça, sabe? Para quem não sabe inglês, pode ser um pouco complicado ler o livro. Em muitos momentos os personagens conversam em inglês ou usam expressões do idioma para se comunicar e em nenhuma página rola tradução (nem no rodapé). Como professora de inglês, nem senti isso passando, mas para quem tem dificuldade com a língua ou não conhece, isso pode atrapalhar a leitura.

Ah! tem mais uma coisinha, mas lógico que isso não me fez tirar estrelas, só acho digno comentar mesmo porque fiquei muito pensativa sobre isso. O livro se passa em 2015. Em nenhum momento isso é falado, mas por conta do lançamento de um filme que é citado percebi a data. Ok, onde quero chegar com isso? O livro tem coisas que parecem de 2010 ou antes (época que eu fiz intercâmbio e por isso 'reconheci' os dramas tecnológicos). Tipo, a menina teve o dinheiro (que não é pouco) para fazer a viagem, mas não tem um celular com internet? Hoje em dia (e três anos atrás também) até o mais simples dos celulares têm a opção de wi-fi ou 3G/4G. E não é só ela. É geral, porque quando chegam no aeroporto todos pegam os laptops para usar o wi-fi e avisarem POR EMAIL que chegaram em casa. Sei que é só um drama meu, mas achei surreal demais. Se todos ali mandassem uma mensagem no whats tava tudo resolvido. Ok, vou parar de ser chata (por agora). O livro é realmente muito gostoso de ler e, tirando as besteiras que falei, vale muito a pena a leitura. Principalmente para quem já fez um intercâmbio e quer relembrar ou para quem sonha em fazer (ou, até mesmo, tem só curiosidade).

#Fui
Autora: Viviane Maurey
Editora: GloboAlt
Páginas: 360
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Cadê o canal que estava aqui?

Não! Eu não deletei o canal do blog. 

Tudo aconteceu na quarta passada, dia 06 de Junho, e eu vim deixar registrado aqui no blog, para quem não me segue nas redes sociais. Expliquei tudo em tempo real no stories do meu instagram e comentei tudo na página do blog, mas agora vamos por partes mais uma vez. Tudo indica que alguém (com muito tempo livre) denunciou várias vezes o meu Google+ e, por conta disso, o google desativou minha conta por lá e levou junto meu canal do youtube. É justo? Nem um pouco. Nunca usei o google+ e o meu canal estava dentro de tudo quanto é norma. Nunca falei mal de pessoas por lá, nunca mostrei coisas que não devia e nem sequer usei palavrões em algum vídeo. Se estou chateada? Demais. Já chorei o que tinha para chorar, já gritei com o nada e reclamei sozinha e com terceiros também, mas claro que isso não ajuda em nada. Também já entrei em contato com o youtube duas vezes e sigo sem resposta. Fui também atrás da network que cuidava do canal e, adivinha, eles cancelaram o contrato quando o youtube desativou a minha conta e, por isso, não podem me ajudar (além de terem sido levemente sem educação ao me explicarem isso). 

Não vou negar que, nesse meio tempo, já passou pela minha cabeça em largar tudo e jogar tudo por ar. Mas passou. Passou porque lembrei que não estou sozinha aqui, tenho vocês. O canal não era feito de uma pessoa, mas sim de quase sete mil pessoas que 'gastaram' um minuto da vida delas para se inscrever no Brincando de Escritora. Isso não é um assunto só meu, é um assunto NOSSO. Claro, ainda temos o blog aqui e todas as minhas outras redes sociais, mas o que importa aqui e agora é o futuro do canal. Preciso de vocês nessa, mais do que nunca. Pode ser que o youtube resolva isso essa semana, mas pode ser que nunca resolva, afinal, sou um canal pequeno sem advogados e sem dinheiro para isso também. O que devo fazer? Preciso de ajuda! De ideias! Já pensei em criar outro, mas perderia o nome e os mais de quatrocentos vídeos também. Todos os milhares de comentários e histórias que criamos lá iria para o ralo. Viu? É muito complicado pensar.

Enfim, esse post é para me explicar, é para pedir ajuda e uma luz também. Obrigada por se preocuparem, por terem vindo perguntar e por estarem ao meu lado. Somos pequenos naquele mar de vídeos do youtube, mas somos unidos. Amo vocês.