quarta-feira, 29 de abril de 2015

Na Estante: Uma História de Amor e TOC


Hey! Eu sei que vocês estavam malucos para ler essa resenha, então aqui está. Quando postei que estava lendo (e quando comentei que junto com o livro veio também um álcool em gel) vocês piraram o cabeção, mas muita calma. A hora chegou, rs. O livro é uma graça em todos os sentidos da palavra, e eu vou contar tudo nos detalhes, é claro. Ele ganhou quatro estrelas, mas isso não quer dizer que ele seja ruim, muito pelo contrário, é porque ele é muito real e bom demais que recebeu essas quatro estrelas. Hãn? Pois é. Em muitos momentos a realidade é um pouco forte demais e como eu tenho ansiedade (nada tão forte como a dos personagens do livro) fiquei meio mal lendo alguns trechos. Ou seja, o livro não trata do assunto por alto, ele vai lá e faz o trabalho dele. Se você não tem nenhum problema com isso, o livro é um 'cinco estrelas' para você. Ficou confuso? Mais para frente explico melhor. Por mais que a capa seja maravilhosa (e torta! como assim o quadrado da capa de um livro sobre 'toc' é torto??), vamos focar na resenha, por enquanto, pelo menos. Ah, o livro é um young adult que fala sobre amor e... TOC.

Bea descobriu recentemente que algumas de suas manias, quando o assunto é 'garotos', são descritas como um transtorno obsessivo-compulsivo. Afinal, não é assim muito 'normal' resolver stalker uma pessoa que você nem conhece só porque foi com a cara dela. Ok, é normal sim, o problema é quando vai muito além do 'dar uma olhadinha no facebook ou instagram'. Bea faz as coisas ao extremo. É para stalkear? Então vamos dirigir por mais de uma hora até achar a casa da pessoa. É para fazer direito? Então vamos anotar cada palavra que ela diz em um caderno. Por conta disso ela acaba em uma psicóloga, mas ela acredita que não tem exatamente um problema e, por mais que reconheça até mesmo de longe os sintomas dos ataques que tem, ela acredita que nem é tão problemática assim. Deve ter gente pior. Sempre tem. Tudo estava relativamente normal em sua vida, sua manias e consultas, até que, durante uma festa da sua escola em parceria com outra escola, Bea se vê no escuro (por conta de uma queda de energia) e, mesmo sem ver nada, consegue perceber que alguém muito perto dela está tendo um ataque de pânico. Ela conhece o momento, conhece a dor e, por conta disso, resolve ajudar. E é assim que ela conhece Beck, um menino que também tem TOC.

"Terapeutas acham que tudo é mecanismo de defesa. Simplesmente estar pensando aqui, na minha cabeça, neste momento, é um mecanismo de defesa." - Página 32

Eles não trocam muitas palavras e nem se vêem, afinal, estão no escuro. Se apresentam e, no final, trocam um único beijo. Bea acredita que nunca mais vai ver o menino, mas é aí que entra aquele tal de destino. A psicóloga dela decide que ela ficaria muito bem indo à reuniões de grupo. Quem sabe conhecendo outras pessoas com problemas ela passaria a aceitar melhor o dela, para assim, lidar melhor. Quem está lá no meio? Beck, é claro. Bea tem medo de machucar as pessoas e leva isso ao nível máximo, sem esquecer, é claro, a mania de stalkear as pessoas. Beck é maluco com academia (de ir malhar no meio da noite), adora o número oito e, por conta disso, precisa fazer tudo com esse número (8 minutos de banho, mas se deixar chegar ao nove só pode parar quando der 88minutos...) e, por último, ele precisa se sentir limpo. Álcool em gel só não basta. Precisa lavar a mão oito vezes. Entre muitas manias e muitas descobertas os dois vão se ligando. Bea (e sua, fofa, amiga Lisha) vai tentando lidar com seus problemas, mesmo não acreditando com seus problemas, enquanto que Beck tenta diminuir suas manias. Afinal, para que lavar a mão oito vezes, se podemos baixar para cinco? Um vai tentando ajudar o outro, porque a vida é complicada mesmo. E que alguém melhor que uma pessoa com TOC para arrumar uma coisa? rs

"Gosto demais do outro Beck para desistir dele. 
O da minha cabeça. O do escuro." - Página 48

Bea é uma piada, de verdade. A forma que ela lida com seus problema acaba sendo leve para quem lê, mas, ao mesmo tempo, se você tem algum problema (tipo eu com minha ansiedade) vai se identificar muito com ela e as trapalhadas dela. A forma que ela fala dos problemas deixa tudo mais simples. Beck é uma gracinha de personagem. Sério, dá vontade de pegá-lo no colo para tentar ajudar. Aí você lembra que se fizesse isso o coitado teria que ficar oito minutos lavando oito vezes a mão, aí desiste (o fato de ele ser um personagem fictício não afeta no caso, obrigada). Lisha é uma amiga clássica de young adult, ela sabe o que falar e quando falar. Enquanto que a Dra. Pat (a psicóloga) aparece sempre para nos lembrar que tudo tem como ser resolvido, basta querer.

O livro, como disse ali em cima, é uma gracinha. Cheio de frases muito inteligentes e de impacto. Não tem como não ficar pensando na história, mesmo não estando com o livro em mãos os personagens são tão marcantes que voltam para te lembrar que eles existem e querem sua atenção. Meu aviso, único, é: Se você tem algum tipo de TOC (ou ansiedade, ou ataque ou qualquer outra coisa) leia com calma. Você também vai amar a história, mas as vezes a nossa verdade dói. Nem sempre estamos preparados para ouvir (ler), mas é bom. Ajuda de uma forma gostosa e de bônus diverte. Sobre a capa, que também falei lá em cima, ela é linda de viver, mas ainda estou chocada com o fato de ela ser torta (e olha que nem tenho esse TOC, rs). Se você gosta de young adults clássicos e muito fofos, esse livro é para você. Se joga!

Uma História de Amor e TOC
Autora: Corey Ann Haydu
Editora: Galera Record
Páginas: 318
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Nobody's Perfect


Por muito tempo essa foi a minha música favorita (não só da Hannah Montana, mas da vida mesmo). Eu tinha um uns doze ou treze anos e amava, mesmo não entendendo muito bem o que ela falava. Um dia eu tomei vergonha na cara e perguntei, para uma professora de inglês, o que era aquele s depois do nobody no título. Ela, com muita paciência, me explicou que era uma forma de ligar o verbo to be (is) no nobody, de forma que ficava que 'ninguém é perfeito'. Na época eu estava muito mais preocupada com o bendito do s, afinal, eu detestava inglês, e com o fato de que queria muito aquela roupa da Hannah Montana, do clipe da música. Não estava ligando para o que realmente falava, até que eu cresci. Acontece nas melhores famílias. Eu comecei a gostar muito do tal inglês (tanto que hoje eu sou a professora da história) e entendi a música por completo. A música, por mais que seja 'bobinha', começou a fazer muito sentido na minha vida. Porque se tem uma coisa que a gente (no geral mesmo) precisa aprender e guardar para vida é que ninguém é perfeito e que podemos sim cometer erros. Ninguém tem a vida perfeita e todo mundo tem problemas, o segredo está em aprender a lidar com tudo isso de uma forma divertida. É claro que em alguns momentos não conseguimos, mas (como a música mesmo diz) você vive e aprende.

Tudo fica bem mais leve quando entendemos que nada é perfeito e que tudo fica exatamente perfeito assim, imperfeito mesmo. Comecei a pensar muito nisso nessas últimas semanas, por conta do número de comentários e emails que ando recebendo sobre como vivo a minha vida ou deixo de vivê-la. Aparentemente, para algumas pessoas, eu só tenho a vida que você vêem aqui no blog (ou no instagram, ou no snapchat e por aí vai). Tudo indica que eu tenho uma vida que funciona perfeitamente bem, porque eu consigo trabalhar a semana inteira, estudar e tirar notas boas na faculdade, ler muitos livros legais e ainda escrever para um blog e gravar vídeos. Eu realmente faço tudo isso e amo cada segundo, mas de forma alguma significa que é fácil ou perfeito. Eu sei disso, o problema é que algumas pessoas começam a achar que suas vidas são imperfeitas porque não conseguem fazer tudo que querem, ainda mais porque acham que é fácil fazer tudo e, por conta disso, deve ter algo errado com elas. Não tem nada de errado com você, nem com ninguém. Você é perfeito por ser imperfeito. Se isso for deixar algumas pessoas mais tranquilas, posso contar que essa brincadeira de ser adulta está acabando comigo. Eu estou muito feliz, sim, mas bem cansada também. E meu corpo acaba pagando por isso. Eu só não fico gastando meu precioso tempo livre (que normalmente vai para minha vida social ou livros) reclamando sobre isso nas minhas redes sociais, por isso acaba parecendo que tenho a vida perfeita e fácil dos sonhos. Não estou reclamando, de forma alguma. Como comentei ali em cima, amo cada segundo da minha vida. Só acho que mais pessoas deviam tentar fazer isso também. Amar mais a vida, perfeita ou imperfeita mesmo.

Em alguns momentos a vida é uma bosta. Tudo ao nosso redor parece lindo e colorido, enquanto que nosso mundinho está cinza e sem graça, mas faz parte. Os momentos ruins estão aqui para nos lembrar que devemos dar ainda mais valor para os momentos bons. Como disse ali em cima, comecei a pensar mais nisso algumas semanas atrás, mas foi só ontem que tive a ideia de como terminar o post de hoje. Eu estava tendo um dia normal e tranquilo, até mesmo fofo. Eu tinha trabalhado a tarde toda (aplicando prova para meus alunos) e à noite fui para a aula normalmente. Até que – do nada – o dia não ficou tão bom assim. Eu aprendi a lidar com isso, faz parte da minha ansiedade e agora que eu sei que ela existe, consigo lidar um pouco melhor com ela, mas isso não diminui como me sinto mal. Eu estava na primeira carteira da segunda fileira da sala e um grupo estava apresentando um trabalho sobre materiais didáticos. Eu, infelizmente, não consigo lembrar muito do que eles falaram, mas consigo lembrar muito bem de como me senti pequena e sem graça ali no meio e de como fiquei pensando que não fico bem com cara de choro, como as atrizes de Hollywood ficam. Entre outros muitos pensamentos (nem tão úteis assim) acabei me sentindo muito presa e cheguei ao ponto de explodir. Fazia muito tempo que minha ansiedade não conseguia pegar o controle assim, mas ontem escapou. Eu estava cansada e ela aproveitou isso. Eu chorei, chorei muito mesmo, mas tive a sorte de ter uma ótima amiga por perto para me acalmar (obrigada, Aline). Enquanto ela vinha comigo aqui para casa (no intervalo das aulas) eu fiquei pensado que devia ser muito legal não ter problemas com a ansiedade, que seria muito legal ser perfeita. Aí eu ri. Eu estava fazendo exatamente tudo que eu pensava que não devia fazer. Acreditar que a vida dos outros é melhor que a sua não vai mudar nada para você. Quando eu fui me acalmando comecei a rir ainda mais, pelo simples fato de ter uma boa amiga para conversar e de saber que sou feliz, mesmo tendo uma vida não perfeita, afinal, ela é imperfeitamente perfeita para mim.

Acho que essa é a primeira vez que falo (escrevo) diretamente sobre minha ansiedade e os problemas que tenho com isso. Sempre tive muita vergonha de falar, porque quando estou 'presa' acho que estou sendo tola, mesmo não conseguindo controlar o que sinto. Senti muito vergonha ontem quando sai em choque da faculdade com o apoio de uma amiga, assim como senti muito vergonha hoje de manhã quando fui conversar com a minha professora, para explicar o que tinha acontecido. Mas ninguém me julgou (pelo menos não das pessoas que importam). Minha amiga ficou do meu lado o tempo todo e minha professora, hoje pela manhã, me abraçou bem forte assim que me viu, sem esperar nenhuma resposta ou explicação mesmo. Aprendi nesses anos de blog que em alguns momentos a gente percebe que é o momento certo. Certo de quê? Apenas certo. Hoje foi o momento certo de eu me abrir um pouco mais, de certa forma isso me ajuda (escrever e ler sempre me acalma). Eu espero, de coração mesmo, que ajude mais alguém também. Pode ser que você tenha começado a ler o texto e parado assim que leu Hannah Montana (aí você não está lendo essa linha), assim como pode ser que você tenha lido sem querer até aqui em baixo e aprendeu alguma coisa com a minha história. Ter colocado para fora essas coisas pode ajudar mais alguém em algum lugar do mundo e só a ideia disso já me deixa mais feliz. Para você, que acredita que minha vida é perfeita, não. Ela é imperfeita como a sua e como a de todo o resto do mundo. Eu só vou levando da melhor forma que consigo e tentando aprender sempre que posso com isso. Se ame sempre, sem pensar nos outros, ok? Ninguém é perfeito, mas a gente sempre pode tirar o melhor de cada um ou de cada momento, basta querer.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Na Estante: Apaixonada Por Você


Pensa numa história divertida e leve. Pois é. Eu estava com um pé atrás (na verdade, os dois pés atrás, rs) quando comecei o livro, porque não tinha gostado muito do outro da autora (Louca Por você, que tinha ficado com 'apenas' quatro estrelas, maiores explicações na resenha), mas eu estava tão errada! E fico muito feliz por isso, de verdade. Eu tive certeza que ia amar o livro quando, logo na primeira página, dei de cara uma uma citação que amo de um dos meus filmes favoritos da vida (Enrolados, da Disney!). O livro da vez ganhou cinco estrelinhas (mais que merecidas) e foi bom demais ver o crescimento da escrita da autora de um livro para o outro. A história desse é muito mais crível e, por mais que tenha algo doido aqui ou ali, isso só deixa a história mais gostosa. Sem esquecer que o meu personagem favorito do outro livro (o George, o melhor amigo gay do mundo) aparece nesse também. É muito amor e eu quero uma série inteira, de no mínimo quarenta livros, só com as bobeiras lindas que ele fala e faz. Ah! O livro não é exatamente uma continuação, faz parte da mesma série (After Dark), mas você consegue ler um sem ter lido o outro. O fato é que tem mais graça ler já conhecendo a outra história, mas isso é um detalhe básico. O livro é um um pouco chick-lit, mas com um pezinho no erótico (de leve). Vamos focar na resenha, depois conto um pouco mais o que achei (em detalhes!).

O livro conta a história da advogada Johanna, que é irmã do Danny, personagem principal do outro livro. Ela sempre foi muito apaixonada pelo melhor amigo, e sócio, do irmão, o Zach, mas a relação deles sempre pareceu algo distante demais da realidade, por mais que eles estivessem a mais de anos juntos. O problema maior nessa brincadeira era que tudo que eles faziam era escondido. Jo tinha muito medo de que se o mundo soubesse dos dois, tudo daria errado. Ele viraria um galinha de primeira e a largaria na primeira oportunidade. A paixão faz isso com as pessoas,deixam elas meio doidas. Zach sempre foi maluco por ela e, por mais que entendesse o medo de Jo, estava cansado de ter que esconder tudo de seus amigos. A relação estava deixando de ser algo escondido e gostoso e passando a ser um segredinho sujo. O Sr. Delícia (apelido dado por Jo) estava cansado e só queria poder contar pro mundo que estava feliz. Será assim tão difícil?

"A gente se conhecia tão bem que nos comunicávamos 
através do olhar. Droga!" - Página 14

Sim. Pode ser muito complicado. Ainda mais quando as atenções estão todas voltadas para o casal real do momento. Danny e Julie (de Louca Por Você). A única pessoa que percebe que tem algo estranho nessa parada toda é George, o amigo gay da turma toda que sempre teve um ótimo faro para casais novos entre o grupo. Ele podia apostar que tinha algo estranho entre Jo e Thor (aquele do martelo, é assim que ele fala de Zach...). Será que é amor de verdade? Ou Jo apenas se sente segura com Zach? Os dois estão em um beco sem saída, afinal, estão a muito tempo juntos, mas é um segredo para todos. A dúvida começa em contar ou não contar para o mundo e termina em uma grande bagunça de dúvida sobre sentimentos. Sem esquecer, é claro, dos outros muitos possíveis casais improváveis que estão surgindo (que, acredito eu, vão render os outros livros da série). Só nós, leitores, conseguimos perceber isso e, claro, George. Porque ele não é bobo nem nada. É uma história sexy e leve, que garante boas risadas e nos faz pensar que o amor pode sim aparecer nos lugares mais inesperados.

"Ninguém, ouça bem, Docinho, ninguém vem com 
certificado de garantia de amor." - Página 112

Eu gostei muito mais desse casal. Eles são muito mais normais e possíveis, sem esquecer, é claro, que a relação deles é mais saudável. Zach tem um temperamento que as vezes irrita (com um quê de Mr. Grey, mas não chega lá), mas ele é um amor de personagem e faz coisas que deixam qualquer um sonhando acordado. Sem esquecer que as escolhas musicais dele são de matar um (vou falar melhor disso em algumas linhas, aguenta aí). Jo é muito teimosa, do tipo que você fecha o livro para brigar com a personagem, mas no final das contas você até entende os motivos dela, ainda mais quando nos colocamos em seu lugar. Mas não adianta, George continua sendo meu personagem favorito da série toda. Ainda estou esperando ele aqui em casa para bater altos papos, sério. Eu usei muitos (mesmo) post-its nesse livro e, sem exagero, uns 90% são só falas e momentos dele. Da outra vez ele salvou o livro, dessa vez ele o deixou ainda melhor. Viva o George! E a autora que o criou, é claro.

Sobre as músicas (o livro termina com uma playlist maravilhosa, no geral com músicas que aparecem pelo livro), eu amei as escolhas e os momentos, mas ficou faltando uma coisa bem pequena, que também tinha comentado no último livro. A tradução das letras. Isso não é um problema para mim (afinal sou professora de inglês), mas nem todo mundo que lê entende o idioma assim. As vezes as músicas faziam o momento ter ainda mais sentido, mas ficava pensando: E que não entende a letra? Fica sem entender a cena? Não sei se isso foi uma escolha da autora ou da editora, mas fica a dica. Falando da editora, a diagramação do livro está linda e o cheiro do livro é uma delícia (a louca, bjs). Sem esquecer, é claro, da capa e contra-capa maravilhosa. Vontade de deixar o livro de frente na estante, de tão lindo.

É isso (depois de falar mais que a boca). Se você gostou do primeiro livro da série, vai amar ainda mais essa história. Se ainda não conhece a série, mas gosta de romances doidos e fofos, se joga! Não vai se arrepender. Vale lembrar que, por mais que o livro se passe em LA a autora é brasileiríssima (e é uma fofa), então vamos apoiar o que é nosso! Ah, e se você não gostou muito o primeiro livro (como foi meu caso), pode se jogar nesse também. Eu falei sério, é muito bom e faz até a gente esquecer os 'problemas' do primeiro. Se você já leu o livro, ou quer ler, comenta aqui em baixo! Vou adorar saber o que vocês acharam!

Apaixonada Por Você
Autora: A.C. Meyer
Páginas: 270
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

domingo, 26 de abril de 2015

5 Livros em Inglês | TAG


Hey! Como está o domingo de vocês? O meu está supeeeeeeeer animado (sqn, estou corrigindo provas, rs). Animado ou não tem vídeo novo aqui no blog, yay! Dessa vez respondi uma tag que pediram lá na página do blog, é a 5 Livros em Inglês. Quem criou a tag foi a Carina Fragozo. Tive que, de acordo com algumas perguntas, mostrar cinco livros em inglês que já li ou já quero ler, mostrei o que mais tive dificuldade e até mesmo o primeiro que eu li. Sei que vocês adoram quando o assunto é leitura em inglês, por isso espero, de verdade, que gostem do vídeo! Se gostar, não esquece de deixar aquele like lá no youtube, porque me ajuda demais. Se ainda não está inscrito é só vir aqui, porque é muito rápido e muito tecnológico.

  1. O primeiro livro em inglês: Harry Potter 7
  2. A leitura mais difícil: Looking for Alaska
  3. Um livro especial: Walking Disaster
  4. Um livro que ainda quero ler: Dash and Lily's Book of Dares / My True Love Gave to Me
  5. Um livro que me ensinou muito: Slammed

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Princesas Disney | BOOK TAG


Ah, como eu amo responder tags Disney aqui no blog, ainda mais quando elas são ligadas à livros. É amor demais, minha gente. A tag de hoje foi criada pela Melina, do Serendipity, e quem me marcou para responder foi a Livia Martos e Igor Afonso (ela me pediu pelo instagram e ele pelo facebook!). Nem preciso falar o quão feliz eu fiquei quando duas pessoas lembraram de mim por conta de uma tag assim, né? É ainda mais amor, ok? OK. Na minha pequena (e humilde) opinião tem princesa que não devia ter e princesa faltando nessa brincadeira, mas continua divertido mesmo assim e eu respondi normalmente (mas comentei o que achei que faltou e o que achei que estava sobrando durante o vídeo). Qual será o meu livro Branca de Neve? E o meu livro Bela ()? Bom, para descobrir é só dar o play aí em baixo ou lá no youtube mesmo. Eu não marquei ninguém em especial, mas se quiser responder sinta-se completamente taggeado, ok? Só não esquece de falar onde você viu e tudo mais. Ah! Se gostar do vídeo não esquece de deixar aquele like lá no youtube, porque me ajuda de verdade (e me deixa feliz). Se ainda não está inscrito no canal é só vir aqui, simples e tecnológico assim. Espero que gostem! =)


Se quiser responder a tag, aqui estão as perguntas!
  • Branca de Neve: um livro com a capa branca.
  • Bela (Bela e a Fera): um livro que você já leu mais de uma vez.
  • Aurora: um livro que você tentou ler várias vezes, mas que acabou “dormindo”.
  • Jasmin: um livro com um bicho de estimação muito querido.
  • Ariel: um livro ou autor que você coleciona.
  • Elsa: um livro que se passa no inverno.
  • Rapunzel: um livro longo (em número de páginas ou que a história é muito arrastada).
  • Cinderela: um livro ou série que se perdeu no meio do caminho.