terça-feira, 30 de junho de 2015

Na Estante: Entrelinhas


Eu não tenho nem palavras para descrever esse livro, de verdade. Eu simplesmente perdi a noção do tempo (e a dignidade) enquanto eu lia. Quem me acompanha no snapchat viu o drama que foi, rs. Eu comecei a ler lá pela meia-noite e lá pelas quatro horas da manhã eu já tinha terminado a leitura. Estamos falando de um livro muito bem escrito, mas que tem um gostinho (bônus) de fanfic. O estilo de fic que eu sempre amei ler e escrever. O drama Hollywoodiano que amo, mas em forma de livro, ou seja, melhor que isso, só dois disso. Fazia muito tempo que eu não conseguia fazer essa loucura de ler na madrugada, por conta de trabalho e faculdade, mas esse livro é tão bom que eu não só consegui fazer isso como nem vi as horas passando. Acho que está meio na cara que o livro ganhou cinco lindas estrelas e um coração de favorito, né? O livro é um new adult mas com um pézinho no young adult. O livro é um romance clichê maravilhoso, mas que, mesmo sendo totalmente prevísivel, consegue te prender e ainda assim te surpreender em alguns momentos. Eu me apeguei à personagem principal, sério, estava me sentindo a melhor amiga dela ao ponto de me preocupar e tudo mais, rs. Eu já tinha lido outro livro da autora (Easy) e adorado, mas esse é muito melhor. Claro, são livros bem diferentes com dramas bem diferentes, mas esse tem mais a minha carinha. Sem esquecer, é claro, que a fofíssima autora, Tammara, curtiu a minha foto no instagram com o livro e ainda agradecer (com coração roxo e em português!!). Foco, vamos focar na resenha, depois eu continuo com meus ataques, rs.

Emma sempre quis ser atriz, era seu maior sonho desde pequena, mas ela nunca quis ser famosa. Não, ela queria, simplesmente, atuar nas peças teatrais de sua cidade e continuar sendo uma garota normal. O problema é que seu pai, e sua (má)drasta tinham outros planos para ela. Ela cresceu com uma vida completamente maluca e sem horários ou regras. Atuou em todo tipo de comercial que você pode imaginar e fez todos os filmes possíveis sobre histórias malucas para a TV. Mas ela não estava feliz, ela só queria, de verdade, poder aproveitar coisas normais com sua melhor amiga, Emily. Quando ela achou que tudo estava caminhando para um caminho normal, perto do seu aniversário de dezoito anos, ela recebe um notícia bomba. Ela havia conseguido o papel de uma vida em um filme com um elenco bombástico. Ela seria a Elizabeth Bennet (Orgulho e Preconceito!) dos tempos modernos ao lado do maior galã da atualidade, Reid Alexander. Um bad-boy-hollywoodiano que sempre teve tudo como quis e quando quis e que sabia muito bem o que queria de 'novidade' no momento. Emma. Ele sempre teve todas as garotas que quis e até as que não queria tanto assim, mas foi a boa moça do interior, completamente nova nesse mundo maluco, que chamou sua atenção. Será que Emma se renderia aos encantos do galã? Ah se esse fosse o único obstáculo. Nem comecei a falar das fãs histéricas, dos fotógrafos maníacos e, claro, das revistas de fofoca.

"É isso aí, estou encrencada." - Página 54

O set era um prato cheio para os fofoqueiros de plantão. Não bastasse a tentativa de romance entre o casal principal do filme a ex-namorada de Reid também estava no elenco e, bom, ele não era o único ator ali no meio que tinha olhos para a novata Emma. Agora imagina só: Um elenco completamente jovem, um hotel cinco estrelas no Texas (lugar onde o filme estava sendo gravado) e todos eles com algum drama digno de Shakespeare. É prato cheio para qualquer um, não só para os fotógrafos maníacos, rs. É no meio de toda essa bagunça que Emma precisa decidir o que vai fazer de sua vida. Ela queria tentar entrar em uma faculdade e ser normal, mas será que isso seria possível depois de estrelar em um filme como esse? Será que ela terminaria com o galã e um beijo digno de créditos subindo no final do filme? Para descobrir é bem simples, estoure bastante pipoca com manteiga, pegue um copo bem grande de guaraná e assista tudo que esse livro tem para mostrar e, claro, preste bastante atenção nos detalhes, porque os melhores momentos estão nas entrelinhas!

"Fama significa pessoas gritando seu nome, te amando, 
te odiando, tudo de uma vez só." - Página 147

Estamos falando de Hollywood. Alguém aqui tinha alguma dúvida nesse mundo que eu ia amar esse livro? Ok, eu estava com um pé atrás quando comecei a história, mas tudo mudou na terceira página que li, sério, foi amor à terceira página. Emma o estilo de personagem principal que mais amo. Ela é lerda, faz escolhas tontas, mas, ao mesmo tempo, é um doce de pessoa com o coração maior que tudo. Ela está vivendo o sonho, mas não da maneira que realmente sonhou. Ela me lembrou muito muitas personagens que eu já escrevi e acho que foi isso que fez eu me apegar tanto á ela. Reid. Ah, Reid. Até agora não tenho certeza do que sinto sobre você. Definitivamente sua mente é uma bagunça, mas eu adorei ver tudo pelos olhos de um doido em Hollywood, rs. O livro é narrado pelos dois personagens, mas a troca de pontos de vista é feita com maestria e não confunde ninguém em nenhum momento (viva!). Todos os personagens têm seus devidos destaques em momentos aleatórios, mas o foco total fica entre os dois principais e seus pontos de vista.

Se você, assim como, ama fanfics sobre famosos e todo o drama que o pacote Hollywood traz, esse livro é para você. É um livro doce, divertido e muito leve. Uma leitura para esquecer do mundo e de tudo e todos por um ótimo período de tempo. Eu adorei a forma que a autora escreveu, mas percebi muitas coisas divertidas na tradução (que foi muito bem feita), tipo, coisas que quem conhece um pouco mais da cultura americana vai morrer de rir. Não a pessoa que mais entende de cultura americana no mundo, mas como dou aula de inglês acabo estudando muito sobre isso para poder passar para meus alunos. Prestem atenção nos detalhes, tem muita coisa divertida, literalmente entrelinhas. Cinco estrelas. Coração de favorito. Muitos post-its coloridos e lindo marcando o livro. Indico. Indico mil vezes!

Entrelinhas
Autora: Tammara Webber
Editora: Verus
Páginas: 347
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Na Estante: Beleza Perdida


Sabe quando você tem certeza que vai amar um livro? É o seu estilo favorito, com o tipo de história clichê que você gosta e, sem esquecer que, todo mundo que conhece seus gostos literários afirmou, mais de uma vez, que você ia amar a história. Foi assim, muito visivelmente, que minha expectativa pela história foi lá em cima. Infelizmente, não consegui chegar lá em cima com a leitura. Eu gostei do livro e ele ganhou quatro estrelinhas, mas eu não posso negar que estava esperando bem mais. Não sei se foi por ter ouvido tanto sobre ou se foi por algum outro motivo aleatório. O fato é que o começo da leitura foi bem complicado, demorei para me acostumar com a escrita da autora (meio confusa de primeira) e só animei mesmo com a leitura lá pela página cento e pouco. É um new adult de raiz, ou seja, não tinha erro, mas, ao mesmo tempo, senti que o abuso do clichê (coisa que normalmente amo demais) deixou o livro um pouco confuso demais. A história em si é ótima e muito bem bolada, mas não me prendeu alok como eu estava esperando. Ok, prometo que vou explicar tudo isso e até mesmo de onde tirei as quatro estrelas que o livro ganhou, mas vamos por partes, né? Como disse ali em cima, estamos falando de um livro NA, ou seja, o tema abordado é um pouco pesado (emocionalmente falando). Achei, na minha humilde opinião, que o título do livro em inglês (Making Faces) faz mais sentido, mas nunca vou entender as traduções de alguns títulos, então é a vida. Ah, o livro também tem um lado A Bela e a Fera (que é minha história de princesa favorita!). Muita calma nessa hora, vamos começar logo essa resenha, rs.

Hannah Lake sempre foi uma cidade bem tranquila, além de bem pequena. Todos se conheciam por lá e não existia para onde fugir. As pessoas cresciam e ficam por lá mesmo, não iam muito longe. Aquilo era o lar delas, não tinha por quê sair. Tudo era sempre igual, desde a padaria e o que era servido lá até as missas realizadas todos os domingos. Na mudava e era isso que agradava todos por lá. É exatamente nesse lugar, completamente normal, que tudo sai do eixo sem mais nem menos. Era o último ano do colegial para muitos jovens da cidade, inclusive para Ambrose Young, o galã de Hannah Lake e grande personalidade do time de luta da escola, e Fern Taylor, a filha do pastor. Eles sempre foram pessoas opostas, mas, ao mesmo tempo, sempre se atraíram. O problema é que ela sempre se achou feia demais para ele, ninguém nunca disse isso, ela simplesmente concluiu. Ela se escondia com seus amigos para evitar algo que era da cabeça dela. Rita, a bonitinha da escola, e Bailey, o primo de Fern que tinha nascido com uma doença rara que destruía aos poucos todos os movimentos de seu corpo. Um grupo de amigos inseparáveis. As lutas do time da escola eram realmente o que mais movimentavam a cidade, até que tudo mudou. Dia onze de setembro de dois mil e um. O dia em que o mundo inteiro parou para ver os Estados Unidos em choque enquanto esses viam dois dos maiores prédios do mundo caindo aos pedaços. O dia em que o patriotismo foi a única esperança e que a guerra virou uma certeza.

"Ah, droga. Os Estados Unidos precisam de mim. 
Como posso dizer não?" - Página 70

Foi pensando nisso que Ambrose decidiu que precisava entrar para o exercito americano. Ele precisava representar o país e se mostrar um pouco mais americano no meio de toda aquela bagunça. Ele precisava ser mais útil do que aquela cidadezinha. Só que a guerra não é como as lutas do colegial. Não é uma batalha de um dia em que todos voltam felizes para casa. Muita coisa se perde em momentos como este, inclusive, vidas se perdem. É para esse lugar que Ambrose e seus quatro melhores amigos vão, mas nem todos voltam. A cidade de Hannah Lake fica em pedaços, eles haviam perdido meninos valiosos, parte da cidade se perdeu naquela guerra. Muito além disso, Ambrose se perdeu. Voltar para casa com vida não significava que ele estava vivo. O galã da cidade já não era mais o mesmo. A cicatrizes em seu rosto o lembravam disso diariamente e todos os familiares dos que não voltaram também faziam questão de lembra-lo disso. As pessoas tentaram seguir a vida na cidade como se nada tivesse mudado, mas não era tão fácil assim. A única pessoas que não havia mudado era Fern. Ela continuava com o mesmo espírito de sempre e com a mesma paixão de sempre. O problema era que Ambrose agora estava no papel que antes era dela, ele que se sentia terrível demais para qualquer um. Ninguém merecia um ex-militar com o rosto e uma vida em pedaços. Mas e se um alguém não ligasse para o 'por fora'? E se a beleza perdida fosse só um detalhe?

"Todo mundo é protagonista para alguém." - Página 30

O livro é narrado em terceira pessoa, mas a cada segundo (sem aviso) estamos vendo o que está acontecendo pelos pensamentos de um personagem diferente. Isso me confundiu muito no começo e demorou para eu pegar o ritmo. Os personagens são marcantes e, mesmo no meio de toda a bagunça que acontece, conseguem manter um ar leve e meio cômico, mas eu acho que se o livro fosse todo sobre o Bailey seria mais legal, rs. Eu gostei da relação dramática de Fern e Ambrose, mas, ao mesmo tempo, achei meio forçada. Os dois personagens me conquistaram quase no final do livro, mas até que consegui aproveitar isso. Me fizeram rir bastante, o que é sempre bom. O que fez o livro perder uma estrela, no final das contas, foi que a autora falhou muito ao (d)escrever a guerra. Entendo que era importante para história mostrar o que os personagens estavam passando por lá, mas ou fazia direito ou não fazia. Ela colocou de uma forma leve que, nos quarenta e sete do segundo tempo, ficou drástica e aí boom, mortes. A guerra, de começo, foi retratada como um acampamento de férias com os meninos rindo e conversando entre bombas. A conversa era boa, mas aquilo pareceu tão irreal. Se você gosta de livros clichês, esse livro é para você. Mas não faça como eu, não vá esperando demais da história. É um livro bom, sim, mas não entrou na lista dos favoritos nem nada do tipo. Não consegui me apegar aos personagens e senti falta de uma narrativa mais limpa. Geez, falando assim nem dá para entender como deixei com quatro estrelas, né? rs Não é o pior livro do mundo! É bom, o que complicou foi a tal da expectativa.

Beleza Perdida
Autora: Amy Harmon
Editora: Verus
Páginas: 332
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Sobre a Falta de Tempo, Novas Ideias e Maratonas...


Eu já falei muitas vezes sobre o tempo e a falta dele aqui no blog, o fato é que esse é um assunto que nunca muda, na realidade, ele só piora, rs. Vocês provavelmente perceberam que faz um bom tempo que não posto um texto aleatório por aqui, mas isso é porque eu não tive tempo nessas últimas semanas para largar tudo por um tempo e simplesmente escrever, isso, na minha opinião, é uma bosta. Afinal, escrever é o que me faz bem, está, tipo assim, no nome do meu blog, dã. Essa vida de professora/estudante/blogueira tirou um pouco o meu tempo de escrita, mas a gente vai seguindo e se virando. Isso explica, também, os comentários de vocês, que eu tenho demorado uns dois dias para responder (sorry). Minhas férias começam, oficialmente, no dia seis de Julho e eu estou cheia de planos, tanto para minha vida como para o blog, que é quase a mesma coisa no final das contas, rs. Mas, por enquanto, estou me focando nos artigos que tenho para entregar, nas provas que tenho para corrigir, nas notas que preciso somar e nas resenhas que preciso escrever. Sem esquecer, é claro, do meu querido TCC que está cada dia mais perto (e, cara, como ele me dá medinho). Enfim, esse vai ser um texto bem aleatório, mas é que eu precisava falar isso tudo que estou falando e o que ainda vou falar. Até pensei em gravar em vídeo, mas, cara, sempre acho que consigo explicar melhor em palavras escritas do que faladas. Por isso estou aqui, de madrugada, escrevendo tudo isso enquanto escuto minha playlist Disney favorita. Eu devia estar terminando um livro para resenhá-lo e/ou dormindo, mas quem está vendo isso, né? Digamos, apenas, que se minha vida for uma série eu saberia que os roteiristas estão de palhaçada com a minha cara essa semana, mas os fãs devem estar adorando, então está ok. Isso garante mais uma temporada. Foco, Izabela. Do que eu estava falando mesmo? Ah, sim. Sobre tempo, eu acho. 

Eu estava pensando que quando as férias chegassem eu finalmente teria esse tal de tempo, mas não é bem assim que minha vida funciona, na real, a de ninguém é assim, rs. Eu ainda tenho as resenhas para escrever, os vídeos para gravar e editar e, bom, um livro para revisar. Reza a lenda que eu gosto de escrever e que tenho mais de dez histórias prontas no meu computador. Reza a lenda, também, que eu estou querendo (muito) publicar uma dessas histórias de forma independente na amazon. Eu estava guardando isso só para mim, para algumas amigas e para minha mãe (minha melhor leitora beta e tudo mais, sério, mãe, sei que está lendo isso e eu te amo daqui até a lua e todo caminho de volta, sem esquecer das estrelas no caminho, tipo assim, sem você nada seria possível, sério mesmo), mas vocês são meus melhores amigos também e a opinião de vocês importa mais que tudo nesse assunto. Por isso, aqui no meio mesmo e de forma meio jogada, eu queria perguntar o que vocês acham disso. O livro seria pago, mas eu quero deixar o mais acessível possível, ainda preciso revisar muito, afinal, todos meus livros eram fanfics e não posso deixar alguns nomes no caminho, é muita adaptação, sério. É um trabalho complicado, mas que estou animada para fazer, vai ser meu 'projeto de férias', mas significaria muito para mim fazer isso sabendo que tenho um apoio (além do de sempre) de fundo. Cansei de esperar, de só sonhar e de reclamar. Não sei quando ou como, mas eu vou lançar um livro alok mesmo. Com a minha carinha e com a minha paixão pelos meus personagens. Não perguntem datas, nomes ou outros detalhes, mas eu prometo que tudo que acontecer vocês vão saber antes do mundo todo. Eu juro juradinho. Outro 'projeto de férias' que tive foi ligado ao canal do blog. Estou pensando em mais vídeos sobre inglês (e em inglês, juro que coloco legenda) e mais vídeos com dicas e ideias Disney. O que acham?

O que me leva ao último assunto que precisávamos conversar. Maratonas. Eu acho muito legal quem participa e sempre tive vontade de fazer algo assim, mas não tenho como participar por vários motivos. Sei que queriam me ver sofrendo (haha) com datas e horários, mas isso não funciona comigo. Expliquei isso em alguns lugares sobre isso quando vários booktubers fizeram uma maratona de 24h de leitura. Na época eu não pude porque, bom, eu trabalho, rs. A maratona de agora (inverno) é um caso diferente e muita gente veio cobrar da minha pessoa uma resposta sobre isso (no facebook, no email e até no youtube). Por isso, achei digno explicar, só falar 'não' é muito chato. Em primeiro lugar, eu sofro de ansiedade, ou seja, algumas coisas (como prazos e pessoas cobrando coisas com prazo, rs) me fazem muito mal. Existem várias coisas que ativam minha ansiedade e eu não controlo nenhuma delas, mas quando o assunto é prazo eu posso cuidar para não virar uma bola de neve. Uma maratona desse tamanho, por exemplo, pede que você leia x livros e um tempo determinado e com um estilo determinado. Isso acabaria comigo, porque eu nem aproveitaria a leitura, ficaria lendo bem mal para cumprir as datas, não para aproveitar. Entra no mesmo que expliquei no começo do ano, sobre metas de leituras. Em segundo lugar, além do meu probleminha de ansiedade que já é velho de guerra, eu vou viajar no meio do mês e vou ficar mais de semana longe de casa (mas calma, o blog segue firme nessa data). Minha irmã mora beeeem longe (lá naquele tal de Mato Grosso) e meus pais e eu vamos visitá-la nas férias. E, para tudo, vamos de carro até lá! Loucura, eu sei, mas essa é minha família, rs. Estou me sentindo até num filme americano de Road Trip. Enfim, devo passar um três dias na estrada, porque vamos parar no caminho e coisa e tal. Fazer uma maratona na estrada seria loucura da minha parte, MAS eu super apoio e torço por todos que vão participar! Boa sorte, de coração. De qualquer forma, a maratona de 24h não saiu da mina mente e está nos meus planos fazer uma.

Geez, se eu cheguei ao quarto parágrafo é porque já falei demais, né? Desculpa! Mas estava sentindo essa necessidade de conversar essas coisinhas com vocês. Queria aproveitar, já que já falei mais que a boca mesmo, para agradecer, de coração, porque o canal do blog chegou à 3.600 inscritos e, cara, nunca imaginei isso na minha vida. Eu não tenho palavras para agradecer o carinho de vocês, mas vou falar melhor disso no Book Haul desse mês, porque tenho muita coisa para mostrar e agradecer. Meu aniversário, lá no começo do mês, foi mágico e devo tudo à vocês. Foco, Izabela. Comentem aqui em baixo sobre todas essas mil coisas que falei. A opinião de vocês é mega importante. Não precisa comentar sobre todos os tópicos, porque sei que falei demais, mas um comentariozinho já ajuda bastante para eu me organizar, rs. A playlist está acabado e eu acho que preciso dormir, porque amanhã acordo bem cedo, bléh. Se você chegou até aqui (sem pular nada), obrigada. Eu estava precisando mesmo dessa conversa com vocês. Já disse que vocês ahazam? Pois é, vocês são os melhores EVER!

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Inverno Literário | TAG ORIGINAL


Para tudo! Eu criei uma TAG LITERÁRIA, YAY! Não é a primeira vez que eu crio uma tag, um bom tempo atrás eu criei a Casamento Literário, mas tipo, faz muito tempo mesmo, rs. Eu amo responder tags, mas não acho que crio perguntas legais, ou seja, eu não sou a pessoa mais criativa do mundo (sorry), mas queria muito uma tag de inverno. Todas existentes são ligadas ao Natal, por conta do inverno na gringa, foi por isso que eu criei o Inverno Literário. É uma tag de inverno mais com a nossa carinha, os tópicos/perguntas têm um gostinho brasileiro e isso não torna nosso inverno menos inverno (por mais que não tenhamos neve no país, buá). Como é uma tag original, eu estou taggeando todo mundo que está lendo esse post e/ou vendo o vídeo! Quero que espalhem o amor e a tag por aí, afinal, o inverno acabou de começar, mas ele ainda fica por um bom tempo, rs. Qual livro tem carinha de inverno? Qual livro te dá um abraço quentinho? Qual livro é tipo brigadeiro de colher? Geez, quer saber as respostas dessas perguntas e de outras? É só dar o play aí em baixo ou lá no canal do blog no youtube! Espero, de verdade, que gostem! <3


Hey! Se você gostou, não esquece de deixar aquele like lá no canal, porque me ajuda de verdade. Se ainda não está inscrito é só vir aqui, simples e rápido assim. Como comentei ali em cima, marquei para responder a tag todo mundo, mas eu também marquei dez blogs/canais/pessoas em especial. Perguntei lá na página do blog quem queria ser taggeado e os que responderam a tempo foram marcados em vídeo! =) Mas, como já disse, todos estão mais que muito marcados para responder, são não esquece de contar onde você viu e quem criou (eu, eu e eu!! haha). Espero que tenham gostado!

PERGUNTAS:
1. Inverno: Um livro que te lembre o inverno.
2. Abaixo de Zero: Um livro que se passa no Inverno.
3. Céu Azul-zul: Um livro com a capa azul.
4. Abraços Quentinhos: Um livro com a capa branca ou cinza, como o Olaf.
5. Chocolate Quente: Um livro que te conforta e você nunca cansa dele.
6. Filmes e Pipoca com as(os) Amigas(os): Um livro que você queria muito que virasse filme.
7. Brigadeiro de Colher: Um livro muito doce que você ama.
8. Debaixo das cobertas: Um livro calmo.

INDICAÇÕES:
Amanda Gomes: Hey Mandy - http://goo.gl/UJLFBu
Virgínia Barbosa: Detalhes Aleatórios - em breve!
Isabelle Lorrayne: Notável Leitura - http://goo.gl/2ON0bE
Thaís Pinheiro: Grafomania - http://goo.gl/40rNX9
Camila Leão: Things of Mila - http://goo.gl/dOoTyg
Camila Teixeira: Livrologias - http://goo.gl/qgRxyu
Ana Karolini: Universo ao Quadrado - https://goo.gl/UMrR7X
Juliana Moreno: Feitas de Papel - http://goo.gl/w8VBuX
Italo Sousa: Incriativos - http://goo.gl/5xqKO7
Stella Martin: Delineando as Letras - http://goo.gl/vXqSVB

terça-feira, 23 de junho de 2015

Na Estante: Geek Girl 2 - Desastre Fashion


Eu tinha adorado o primeiro livro dessa trilogia (se ainda não viu a resenha é só vir aqui) e, por conta disso, estava maluca por essa continuação. Não vou negar, achei o começo do livro bem parado e quase desanimei com a leitura, digamos que tenha ficado assim por uns dois ou três capítulos. Ok, nem foi tanto assim, mas é que eu estava esperando tanto, rs. Mas calma, muita calma nessa hora, afinal falei dos primeiros capítulos, porque depois o livro pega o ritmo do primeiro e logo te prende da mesma maneira na história. Até entendi o começo meio parado, porque a história do começo é assim mesmo, a animação e as trapalhadas vão aparecendo de acordo com os capítulos e, meu Deus, esse livro tem muita trapalhada, adoro. O livro rendeu muitas risadas e, assim como o primeiro, me fez pensar em muitas coisas sobre o meu tempo de escola também. Sem esquecer, é claro, que continuo achando que essa trilogia devia ser uma leitura obrigatória para todos, tipo assim, todos mesmo. É um lembrete gigante de que cada um tem um jeitinho de ser e que é isso que nos torna que nós somos no mundo. Nossa marca registrada. O simples fato de que ser geek, por exemplo, não te impede em nada de ser uma mega-modelo famosa. Você pode ser você e ainda assim ser feliz, não importa o que dizem. Claro que o caminho não é fácil, mas ninguém disse que era. Essa é a mensagem principal do livro e eu amo isso. Por conta disso tudo, e das trabalhadas da personagem principal que eu adoro, o livro recebeu cinco lindas estrelinhas lá no meu skoob. Se você ainda não leu o primeiro volume dessa trilogia pode achar que uma coisa ou outra dita nessa resenha é spoiler, então, quem avisa amiga é. Ok, agora vamos focar na resenha.

Era de se imaginar que a vida de Harriet mudaria por completo, não é? Afinal, de uma simples geek (quase) sem amigos, ela passou a ser uma das modelos mais famosas e requisitadas do mundo fashion. É assim que o mundo funciona, certo? As coisas mudam. Bom, não. Não quando estamos falando do mundo do colegial, pelo menos. Harriet pode ser famosa e ser uma ótima modelo, mas ela ainda é atrapalhada e, acima de tudo, ainda é muito geek. Por conta disso, seus colegas de escola ainda a tratam mal e usam toda essa loucura sobre moda contra ela, não é fácil lidar com colegas que, infelizes com a vida deles, precisam encher a paciência alheia, ainda mais quando você ainda tem que lidar com todo o mundo fashion, que é uma grande bagunça. Sem esquecer, é claro, que seu namoradinho gato (e modelo!) havia pedido um tempo e sumido, literalmente, no mapa. Mas estava tudo bem, afinal, as férias estavam para começar e nada atrapalharia os planos que ela tinha criado. Tudo voltaria ao normal e seria perfeito. Ela verias filmes, documentários e faria várias festas do pijama com sua melhor amiga, Nat, ou pelo menos era o que ela imaginava. Até Nat avisar, em cima da hora, que estava sendo forçada por sua mãe a ir estudar durante todo o mês na França, em uma cidade esquecida do mundo, porque tinha tirado notas baixas em francês na escola. Ok, nem é tão ruim assim ficar sem a melhor amiga nas férias, imagina. Nem estamos falando, ainda, dos seus pais que estão pirando por conta do novo bebê que está por vir e que, até mesmo, deixaram escapar que seria melhor que ela não estivesse ali. Pelo menos o mundo da moda salva, ou quase isso, e Harriet descobre isso assim que, no meio desse desastre todo, recebe um chamado para trabalhar de modelo, por alguns dias, no Japão!

"(...) Essa é a beleza de uma viagem para o exterior. 
Você não precisa de nada além de si mesmo." - Página 68

Só existe um problema, ela não tem como ir sozinha, mas ir para o outro lado do mundo é a solução para todos os seus problemas, e ela sabe disso. Parar lá longe realmente resolveria tudo num passe de mágica, sem dúvidas. Um coração partido pode facilmente se colar quando mudamos de fuso-horário, acredito que li isso em algum lugar. Sua melhor amiga pode nem fazer falta quando você muda de continente por uns dias, isso é tão óbvio. Sua família pode voltar ao normal, é só entrar em um avião. É assim que funciona, só que muito pelo contrário. Harriet tenta ver todos os lados positivos de tudo, mas as coisas parecem que só vão complicando mais e mais a cada segundo que passa. Seja pelo fato de que seu ex-namorado-bonitinho está com outra na frente dela ou ainda pelo fato de que alguém, lá do outro lado do mundo mesmo, está tentando acabar com a carreira dela. Meu Deus, mesmo assim ainda tem gente que reclama das fórmulas de física, rs. Tente lidar com as formulas e ainda com o desastre que é o mundo fashion. Boa sorte.

"(...) Eu sou considerada: 
2. Uma louca fora de moda." - Página 192

Os personagens não mudaram muito de um livro para o outro, mas senti muita falta da Nat pelo livro, ok, ela aparece as vezes, mas queria ver os ataques dela em mais momentos. Um momento de destaque tem que ir para a avó maluca de Harriet, que vai com ela para o Japão. Eu ri demais com as loucuras e pensamentos dela. Outro momento nesse estilo vai para uma das modelos que a personagem principal conhece no Japão, a Rin. Uma modelo que não consegue se comunicar em inglês (no caso, português, haha, porque o livro foi traduzido, muito bem, vale comentar) e fala muita besteira no meio disso tudo, mas ao mesmo tempo é bem doce. Sobre as trapalhadas da personagem principal, bom, eu já comentei ali em cima. São a alma do livro e divertem do começo ao fim, de verdade. O que gosto mesmo, como já comentei lá em cima é a mensagem do livro. Garotos e garotas de todas as idades deviam ler. É um livro que nos lembra tudo que precisamos lembrar, mas sem parecer um anúncio chato contra bullying. É um livro leve, doce, divertido e mega verdadeiro quando o assunto é o que passamos quando somos mais jovens (e mais velhos também). Ah, a diagramação do livro é igual a do primeiro, ou seja, é linda e me fez babar nos detalhes. Indico mil vezes, assim como o primeiro da trilogia.

Geek Girl 2 - Desastre Fashion
Autora: Holly Smale
Editora: Fundamento
Páginas: 272
Skoob do livro.
Meu Skoob.