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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Uma Garota Como Eu e Você


Em primeiro lugar, o bullying existe, ponto. Eu podia parar esse texto aqui mesmo, metade do que eu quero passar com ele já foi dito e, com essa metade, já me sinto bem mais leve. É incrível, não de uma forma boa, como ainda é falado que o bulliyng é apenas uma brincadeira de criança e que não faz mal para ninguém. Pior, que é algo que prepara as crianças para o mundo adulto. É algo banalizado nas redes sociais e quase sempre colocado como drama, afinal, "na minha época isso já existia e todo mundo sobreviveu, nem nome isso tinha e todos estão bem". Bom, na minha época não tinha nome também e eu não fiquei bem por um bom tempo, na verdade, às vezes eu ainda não me sinto bem. O nome, que na verdade é uma palavra roubada da língua inglesa, chegou bem depois e o que era errado continuou errado. Em segundo, existem sim pessoas más. Existem crianças, adolescentes e adultos que são pessoas terríveis, em níveis variados, mas existem sim. Diminuir o que está acontecendo nunca é a resposta. Não é uma resposta para o bullying, para o abuso ou para qualquer outra coisa. É uma resposta fraca de quem não sabe lidar com o que está claro e todos estão vendo. E é exatamente por isso que eu resolvi que precisava escrever esse texto. Então senta, porque lá vem textão.

Eu estava sem nada para fazer e, como qualquer outra pessoa, liguei a Netflix. Sou chata para escolher filmes e acabo começando uns três antes de finalmente ficar quieta vendo um. Acabou que, dessa vez, segui a indicação do próprio site e comecei a ver um filme que estava entre as principais escolhas para mim. A sinopse não mostrava exatamente como seria a história e, na verdade, estava mais para um filme de terror pelo o que estava escrito lá, mas algo deixava claro que era drama, ou melhor, eu sentia isso. Nos primeiros segundos de filme fiquei com um pé atrás, afinal, era um mockumentary (um filme que se passa por documentário, tipo Bruxas de Blair), mas quando percebi onde eles queriam chegar, me dei conta de que precisava ver. O filme em questão é o A Girl Like Her (2015). Nele conhecemos a história de uma menina, Jessica, que tenta se matar. É assim que a história começa e só aos poucos vamos entendendo o que a fez fazer isso. Tudo graças ao fato de que o melhor amigo dela, Brian, havia colocado uma câmera em um broche para ela. Vamos acompanhando o clássico de como a melhor amiga da menina virou sua maior inimiga e motivo de todos os seus medos. Como uma garota do colegial precisou diminuir outra para se sentir melhor. Seria um clichê sem sentido perfeito, se não fosse o fato de que, por ser gravado para parecer um documentário, vemos vários lados e várias coisas acontecendo. Isso muda tudo. É o por trás do clichê, ou melhor, é o que muitas pessoas vivem diariamente, só que numa tela para todo mundo ver. O filme foi disponibilizado em muitas escolas públicas dos EUA e ainda coloca, como um subtítulo, que foi baseado em milhares de histórias reais.

A história tem atuações legais e uma direção ok, mas não é por isso que estou aqui. Eu simplesmente me dei conta de que ainda é preciso que filmes e séries (oi, Glee) abordem o assunto, porque ele ainda é ignorado e diminuído. E foi assim que eu percebi, também, que o simples fato de eu ficar calada já era algo que afastava o assunto de muitas pessoas. Eu sofri bullying sim. Já comentei algumas coisas aqui no blog, mas acho que nunca com essas palavras. Então vamos lá. Eu sofri na escola sim e lembro muito bem o nome de cada umas das pessoas que me fizeram sentir um verdadeiro lixo. Eu me odiava sozinha, detestava tudo que via no espelho e, quando chegava na escola ainda lidava com pessoas me mostrando que realmente eu era aquele nada. Será mesmo? Minha escola tentou de um tudo, não só com o meu caso, mas com o de muitos que eu conheci, mas, como eu disse, existem sim pessoas más e elas estão pouco se ferrando para o que estão fazendo ou deixando de fazer. Por muito tempo eu ignorei avisos, abraços e conselhos maravilhosos de pessoas que me amavam de verdade por, simplesmente, me deixar levar pelo pensamento de pessoas que, no fundo, só queriam se sentir superiores (e é isso sim, porque resolvi não medir palavras hoje). 

Tentei mudar meu corpo, tentei me mudar várias vezes e precisei cair muito e de muitas formas para perceber que eu não estava errada por não ser como as outras, afinal, ninguém é obrigada a ser como ninguém (ou melhor, como aprendi recentemente e levo para vida, ninguém é obrigado e ponto). Eu descontava em mim um erro que não era meu. Por muito tempo eu sofri escondido, afinal, quem sofre abertamente está só fazendo drama e eu não queria isso. Ah! Não podemos esquecer também que existem pessoas com problemas bem maiores (nunca, eu disse, nunca mesmo, usem essa frase com uma pessoa em qualquer situação na vida). Por muito tempo eu tive muita vergonha de tudo que já fiz por, simplesmente, não me sentir bem. Hoje em dia, graças a Deus e a todas as pessoas maravilhosas que tenho ao meu redor, sei que sou forte e que não sou um reflexo dos erros que tive lá atrás por dar ouvidos às pessoas más. Então sim, me machuquei por que era mais fácil sentir uma dor de verdade. Fiz porque parecia certo. Fiz e me lembro disso diariamente, mas também me lembro de ser forte. Como eu sou. Como você é.

Foi. Saiu. Pela primeira vez na vida eu escrevi isso (e não foi nem perto do fácil). Ninguém quer admitir que já foi fraco, mas faz parte. Somos todos humanos aqui. Não, não sou mais essa pessoa, mas porque descobri outras maneiras de me acalmar, maneiras que não me machucam, nem por dentro e nem por fora, e é por isso que tenho esse blog. O que me faz bem é ler e escrever e é por isso que estou aqui escrevendo histórias e lendo livros maravilhosos para compartilhar com vocês. Ah, também não estou fazendo drama ou pedindo atenção (como muitas pessoas vão pensar... e é por isso, mais uma vez, que é preciso que eu fale tudo isso, porque alguém precisa). Estou aqui porque eu preciso estar aqui. Acredito, de verdade, que nada acontece por acaso. Algo me fez ver esse filme. Assim como algo me fez perceber que eu tenho um blog que milhares de pessoas leem e que nunca na minha vida eu imaginava que isso seria possível. Pode ser que esse texto não mude nada na vida de ninguém, assim como pode ser que uma pessoa leia e veja que pode sim acabar tudo bem. Se uma única pessoa perceber isso, para mim está valendo. Eu recebo muitos emails, mensagens e coisas do tipo por conta do blog. Assuntos dos mais variados e me sinto muito honrada por tantas pessoas confiarem em mim. 

Sei também que não é nada simples falar com uma pessoa profissional, mas saiba que essas pessoas estão preparadas para ouvir e ajudar. Se você ainda não encontrou um lugar ou uma pessoa segura para se abrir, estou aqui, sempre estou. Mas saiba que a melhor opção ainda é conversar com uma pessoa que é profissional no assunto. Li que estamos no Setembro Amarelo e essa é a minha contribuição. Eu estou falando e me oferecendo como exemplo. Não é fácil e é besteira quem fala que é. Não é drama. Não é charme. Não é algo que vai passar, por isso deixa para lá. Não é algo besta. Não é brincadeira de criança. Não é imaginação sua. Você não está exagerando. Não é o que os sabe-tudo falam que é. Mas é algo que pode ser revertido ao lado das pessoas que se preocupam com você de verdade, Eu me preocupo com você e aposto que mais alguém também se preocupa, por mais que pareça que não. Sua vida importa. Muito. Você merece um mundo cheio de oportunidades e amor, por mais que pareça que não. Você é melhor do que o espelho mostra e as pessoas falam. Se eu puder ajudar pelo menos uma pessoa, sei que todo o trabalho de mais de uma hora para escrever esse texto valeu a pena. Vou saber que me abrir tanto valeu a pena. Estou aqui, mais uma vez, para mostrar que é possível e que tudo isso pode ser só uma memória, não precisa ser seu dia-a-dia. Acredite. Tenha fé. Para terminar, uma pessoa que tenho no facebook postou a seguinte frase enquanto eu escrevia esse texto (o que me fez ter ainda mais certeza de que eu realmente precisava fazê-lo): Eu acredito que o sentido da vida seja fazer sentido a outras vidas.

sábado, 5 de setembro de 2015

Na Estante: O Abominável Homem das Neves de Pasadena



Quando eu era pequena adorava a série Goosebumps. Eu tinha alguns livros, mas, infelizmente, todos eles se perderam com o tempo. Ainda lembro que tinha um que, na capa, tinha um pote cheio de meleca verde (nojinho, rs) escorrendo por uma escada. Era tão demais, eu me sentia tão adulta lendo os 'livros de terror'. Era um combo, na verdade, porque eu via (ok, tentava ver) os programas de mistério que passavam na Nickelodeon e lia os livros cheios de gosma verde da série Goosebumps. O tempo foi passando e eu acabei esquecendo dos livros, não porque deixaram de ser bons, mas porque fui achando alguns outros pelo caminho e isso é normal, sabe? Mas aí eu vi uma notícia que mudou tudo: Um filme inteiramente inédito de Goosebumps estava sendo produzido. Tipo assim, eu pirei o cabeção. Quando o primeiro trailer saiu eu tive um ataque de verdade de tão animada que fiquei e aí, nesse mês, eu ganhei da Editora Fundamento um dos livros que fazem parte do filme (que vai sair nos cinemas dia 22 de Outubro!). O quão demais é isso? Sim, o Homem das Neves está no filme novo e, até mesmo, aparece todo charmoso e destruidor do trailer (yay!). Ah, se você ainda não viu o trailer, por favor, veja para ontem! É sério, é só clicar aqui. Ok, agora vamos focar no livro que ganhou cinco lindas estrelas melecadas de verde (rs). 

Jordan e sua irmã, Nicole, não aguentavam mais o calor insuportável de Pasadena, uma cidade na Califórnia. Sem esquecer, é claro, que eles viviam sendo atormentados por algumas crianças da cidade. Além disso tudo, seus pais tinham acabado de se separar e, como o pai era um famoso fotógrafo de animais, eles estavam sendo vigiados por uma mulher completamente maluca que os obrigava a comer couve-de-bruxelas e arrumar os quartos todas as manhãs. Um pesadelo. Tudo que eles queria era conhecer neve, afinal, mesmo no inverno a cidade deles ainda era muito quente e eles nunca nem sentira uma brisa mais geladinha. Foi aí que o pais deles chegou com a notícia do século: Eles iriam para o Alasca! Sim, um dos lugares mais frios do mundo todo e ainda veriam neve. O quão demais é isso? Não podia ficar melhor, mas ficou. Eles iriam para lá porque uma revista muito famosa havia contrato o pai deles para achar e fotografar o O Abominável Homem das Neves. Ninguém sabia se ele era mesmo real, mas eles logo iriam descobrir. Eles só queriam algumas fotos e algumas brincadeiras na neve, mas quando o assunto é algo abominável nada é tão simples assim. Ainda mais quando você consegue que o tal monstro das neves vá parar em uma das cidades mais quentes do país.

"Pasadena não é o lugar ideal para o
 Abominável Homem das Neves." - Página 85

Como o livro é bem curtinho, se eu contar mais acaba virando spoiler, né? Mas eu me diverti de verdade com a história e com os personagens, sem esquecer, é claro, que me senti criança de novo enquanto eu lia. Adorei a forma leve que a história é contada e adorei mais ainda quando percebi que o personagem principal do filme que citei ali em cima é ninguém menos que o autor do livro que acabei de ler (interpretado pelo genial Jack Black!). Estou contando os segundos para ver o Abominável nas telonas e, claro, todos os outros monstros também. E aí, já leu algum livro dessa série? É, literalmente, de arrepiar! =)

O Abominável Homem das Neves de Pasadena
Autor: R. L. Stine
Editora: Fundamento
Páginas: 103
Skoob do Livro.
Meu Skoob.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O Disney Channel Voltou! | Descendentes


Era uma vez o dia em que o Disney Channel resolveu voltar a acertar nos filmes originais. Eu me lembro muito bem a primeira vez que tive contato com o canal, eu tinha uns 12 anos e pela primeira vez tinha o canal lá em casa, por conta de um pacote novo na TV. E adivinhem qual foi a primeira propaganda que vi, sim, foi sobre o fenômeno que High School Musical estava causando pelo país e pelo mundo. Quando eu vi o Zac Efron na telinha eu quase tive um treco e liguei para todas as minhas amigas, afinal, nós precisávamos ver aquele filme. Foi aí (lá em 2006) que me amor pelo canal nasceu e não parou de crescer. Eu via todos os filmes originais e todas as séries também. Pelo amor, eu chorei no cinema que nem criança vendo HSM3! Esse é o nível aqui. Só que eu não sei o que aconteceu no meio do caminho que, do nada, a qualidade do canal começou a cair. Cair feio mesmo. Séries bobas e sem graça, coisas sem sentido e, definitivamente, sem um pingo de magia Disney. Por um tempo eu até pensei que era porque eu estava crescendo, mas toda vez que eu via Hannah Montana, HSM ou, sei lá, Camp Rock eu ainda gostava e muito. Eu estava sim crescendo, mas esse não era o motivo. Acabei deixando o canal um pouco de lado, só ligando para ver os desenhos clássicos e as séries antigas que estavam passando. Foi aí que saiu a notícia: O novo filme original seria sobre os filhos dos vilões Disney. Um pontinho de animação cresceu dentro de mim, mas durou pouco. Pensei em tudo que estava sendo produzido no canal e desanimei. Na realidade, até ignorei os trailers, as imagens e os comentários sobre o filme. Foi aí que um amigo meu (valeu, Luis!) comentou que o filme lembrava muito os passos de dança de HSM e eu lembrei que vi o diretor de HSM (Kenny <3) levando vários atores do clássico Disney Channel para o lançamento de Descendentes porque... Ele era o diretor também! Aquele pontinho de animação voltou a crescer e só parou quando baixei o filme (nessas horas ser professora de inglês vale mais que muito a pena). Não é a Izabela de 21 anos escrevendo esse post, mas sim a minha versão adolescente que está pirando com o filme desde ontem á noite! Sabe o que é melhor? Depois de uma simples pesquisa no bom e velho tio Google eu descobri que o filme vai estrear aqui no Brasil esse final de semana! Ou seja, eu precisava contar tudo isso para vocês HOJE, assim, vocês podem ver o filme domingo (dia 16/08) e pirar junto comigo!


Diferente do que pensamos  as histórias não acabam no felizes para sempre. Os príncipes e princesas acabam se casando e tendo filhos e, claro, acabando subindo na monarquia também. Foi aí que surgiu o reino de Auradon. Um lugar em que todas as pessoas que são boas de coração moram. Mas espera aí, cadê os vilões? Estão presos (sem magia) na Ilha dos Perdidos. Isso mesmo, todos foram mandados para um lugar terrível, assim como o coração deles. Tudo estava tranquilo e normal como sempre até que o príncipe Ben, o futuro rei do lugar (filho da Bela e da Fera!!) resolveu que sua primeira escolha real seria dar uma chance para alguns jovens da outra ilha. Afinal, os vilões também tiveram seus filhos, mas quem foi que disse que eles também eram terríveis? E assim quatro filhos de vilões foram escolhidos para fazer parte do reino de Auradon: Mal (filha da Malévola), Carlos (filho da Cruella), Evie (filha da Rainha Má) e Jay (filho do Jafar). Mas será mesmo que os filhos não vão seguir os passos de seus pais? Para complicar tudo ainda mais, Malévola pede para sua filha dar um jeitinho de roubar a varinha mágica da Fada Madrinha, assim, os vilões poderiam voltar a reinar... Mas será mesmo que Mal é tão má assim? O que acontece quando colocamos quatro jovens que foram criados por alguns dos piores vilões da Disney no meio de todos os príncipes, princesas e criaturas mágicas do bem? Muita música, risadas e amor Disney, é claro.


Como comentei ali em cima, o filme foi dirigido e coreografado pela mesma pessoa que fez isso tudo no High School Musical, ou seja, o acerto começou aí. Kenny Ortega, além de HSM, já trabalhou com o Michael Jackson, com a Miley Cyrus (na época de Hannah Montana), dirigiu Abracadabra e coreografou o filme Dirty Dancing! Olha o nível desse cara (<3). As músicas do filme estão divertidas e fazem muito sentido no meio de toda a bagunça (eu me diverti muito com elas, mas a "Did I Mention" em especial me fez rir de até doer a bochecha, rs e tem até 'Be Our Guest' pro meio). O elenco conta com personalidades da Broadway e estrelas teen da nova fase do canal. Achei que em alguns momentos a atuação falhou, mas eu estava me divertindo tanto que nem liguei (haha). Eu resolvi escrever esse post porque sempre reclamo nas tags/posts/twitter que o Disney Channel não é mais o mesmo... E esse filme me fez me sentir com meus quinze anos de novo (ok, só tem uns seis anos isso, mas tô me sentindo velha haha). Sério! Eu estava dando pulinhos enquanto via, de tão feliz que estava. Vocês me conhecem, Disney é meu pronto fraco. Se você, assim como eu, gostava do Disney Channel clássico esse filme é para você! Ah, o filme acaba de um jeito que faz você ter certeza de uma coisa: Vem continuação por aí (ueba!). Quem vir o filme esse final de semana me conta o que achou! Eu sei que vou ver de novo (fato!!!). <3

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Filme: Happy Valentine's Day!


Hey! Feliz dia de São Valentim! Acho essa data muito mais digna que o nosso "Dia dos Namorados", afinal é uma data para comemorar o amor no geral, não só dos casais, sabe? Então hoje estou desejando, do fundo do meu coração, um dia maravilhoso e cheio de amor para todas as pessoas que amam (e não só para as pessoas que estão em uma relação, rs). Foco! Hoje, para entrar no clima, vim indicar mais um filmes temático para vocês. E, mais uma vez, ele é naquele estilo que eu amo: Várias histórias bagunçadas que no final fazem sentido e se juntam de alguma forma. Idas e Vindas do Amor (Valentine's Day, em inglês). Sim, mais um filmes como vários atores (e até cantora, kk) conhecidos. Se você ainda não viu (sério?) corre para ver hoje e ficar nesse clima fofinho de amor.

Sinopse: Los Angeles, Dia dos Namorados. Reed Bennett trabalha em uma floricultura e tem muito trabalho pela frente, já que este é um dos dias mais agitados na loja. Entretanto, antes de sair, ele pede sua namorada Morley Clarkson em casamento. Ela aceita, o que deixa Reed eufórico. Ele logo deseja contar a novidade para Julia Fitzpatrick, sua melhor amiga, que está apaixonada pelo médico Harrison Copeland. Julia trabalha como professora de uma escola, onde estuda Edison. Ele também foi atingido pelo cupido e compra, na loja de Reed, um buquê de flores e um cartão musical a ser entregue para sua namorada. Edison mora com os avós, Estelle e Edgar, e tem Grace como babá. Grace tem planos para perder a virgindade neste dia com seu namorado Alex. O casal Willy e Felicia, amigos de Grace e Alex, estão apaixonados e demonstram isto para todos à sua volta. Em meio a todas estas histórias perambula Kelvin Moore, um ambicioso repórter esportivo que foi designado por sua emissora de TV a cobrir o Dia dos Namorados.

Trailer:

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Frozen - Uma Aventura Congelante


Não é segredo, sou uma disneymaníaca assumida. O mundo mágico Disney sempre foi muito importante para mim e os filmes sempre acabam entrando para minha lista de favoritos, com Frozen não foi diferente. O filme já ganhou até um Globo de Ouro, então se você ainda não viu, o que está fazendo aí parado? O filme é estupidamente lindo, as músicas são muito boas (e ficam na cabeça, ainda mais quando você baixa o CD Deluxe como uma maluca aí, sabe?) e os personagens são demais (Olaf!). Ele é bem diferente dos outros contos de fada Disney e isso (sair do padrão) foi uma cartada de mestre do estúdio. No filme conhecemos duas princesas, isso mesmo! Duas! E o foco, acredite ou não, não é o príncipe salvando tudo (na realidade, eles até ironizam isso). Mas, na minha pequena opinião, o melhor é o boneco de neve Olaf. Ele é genial, sem mais. Estou maluca para comprar um Olaf só para mim na Disney, haha. E aí, já viu o filme? O que achou? Se você não viu, sério, vá logo ver e seja feliz, haha.


Eu vi o filme em português e em inglês, posso afirmar que as duas versões estão ótimas. Gostei mais das músicas em inglês, mas eu ri mais com o Olaf brasileiro (Fábio Porchat). Ah, se você já viu o filme e quer rir um pouco acho digno dar o play no vídeo aí de baixo:

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Especial de Réveillon: Noite de Ano Novo (Filme)


Sim, hoje é segunda e não teve lista da semana, mas calma... Vai ficar para semana que vem (com os posts da semana passada e dessa), afinal hoje é o penúltimo dia do ano e eu não queria gastá-lo com uma lista de posts. Por isso hoje eu trouxe uma dica de filme para assistir antes que o ano acabe, ou enquanto ele está acabando, você decide, haha. Lembra que no começo do mês contei que adoro filmes com várias histórias que no final se cruzam? Pois é, olha mais um filme nesse estilo aqui, minha gente.

Sinopse: Em Nova York Claire Morgan é a responsável pela organização da festa de Ano Novo e enfrenta problemas quando a tradicional bola que marca a virada do ano no alto da Times Square emperra no meio do caminho. Paralelamente uma badalada festa de máscaras conta com a presença do cantor Jensen, que aproveita a ocasião para rever Laura Carrington, uma antiga namorada que é responsável pelo bufê do evento. Um dos anfitriões da festa é Sam, que enfrenta problemas para chegar a NY após ir ao casamento de amigos fora da cidade. Há ainda Ingrid, uma mulher insegura que decide mudar de vida bem na virada de ano novo. Detentora de quatro convites para a festa de máscaras, ela os oferece ao jovem Paulcaso consiga fazer com que ela realize uma lista de desejos nas poucas horas que resta até a meia noite. Paul aceita a oferta, disposto a levar consigo Randy, seu colega de quarto que detesta a festa de Ano Novo devido a traumas do passado. Ao jogar fora os enfeites colocados no corredor de seu prédio Randy conhece Elise, a nova moradora que está atrasada para uma apresentação na festa da virada. Os dois ficam presos no elevador, onde acabam se conhecendo melhor. Em meio aos festejos há ainda Hailey, uma jovem de 15 anos ansiosa por seu primeiro beijo que deseja passar a virada ao lado de um namorado em potencial, apesar da negativa de sua mãe, Kate. No hospital os casais Tess e Griffin e James e Grace duelam pelo prêmio de US$ 25 mil, que será dado ao primeiro bebê que nascer em 2012, enquanto que Stan Harris deseja assistir da cobertura do prédio o último ano novo de sua vida.

A sinopse já é top, mas não podemos esquecer do elenco de peso que esse filme tem. Desde Zac Efron, passando por Robert De Niro até chegar em Jon Bon Jovi. Se você ainda não viu esse filme, da um jeito de ver até amanha a noite, haha. Não tem erro. Ah, fiquem aí com o trailer:

sábado, 3 de agosto de 2013

Na Estante: Dezesseis Luas


Depois que comentei aqui sobre o filme minha mãe falou que tinha o livro. Em nenhum momento eu tinha em mente ler essa história, mas o livro estava lá e eu também, então por que não? Nas primeiras páginas já notei uma diferença gritante entre o livro e o filme: O filme é ruim enquanto que o livro é até bom. Não pretendo ler as continuações (que são muitas), mas achei legal descobrir que a história não é tão ruim quanto o filme. Isso não torna o livro o melhor do ano, mas já é alguma coisa. O livro é bem grande e em algumas partes fica tedioso, mas ainda sim a história de prende de alguma forma.

Ethan é um garoto normal que vive em uma cidade que basicamente parou no tempo. As pessoas têm a mente bem fechada e tudo ali parece que anda para trás, não para frente. A cidade, Gatlin, estava acostumada com tudo funcionando perfeitamente bem, sendo que a única coisa diferente ali era um homem velho que nunca saia de casa, o Ravenwood. Ethan estava tendo sonhos estranhos e tudo em sua vida sempre apontava para ir o mais longe possível da cidade, mas seu pai vivia trancado em seu escritório e apenas a governanta se importava verdadeiramente com ele. Tudo começa a virar de cabeça para baixo quando a sobrinha do velho Ravenwood chega à cidade.

"Não podia perdê-la. Era como se eu tivesse apaixonado por ela, mesmo não a conhecendo. Tipo um amor antes da primeira vista." (Página 12)

Lena Duchannes vira Gatlin e Ethan de cabeça para baixo. A garota cheia de mistérios atraí a atenção de todos por ser bem diferente de tudo na cidade, mas principalmente atraí a atenção por ser da família do cara mais estranho da cidade. Aos poucos Ethan vai se importando com ela de uma forma que nem ele sabe explicar, Lena até tenta fugir disso, mas nem ela consegue. Alguma coisa, muito forte, os conecta e ninguém conseguiria mudar isso. Tudo estaria perfeito, não fosse o fato de que Lena é uma conjuradora (bruxa) e que em seu aniversário de dezesseis anos ela descobriria se é uma bruxa boa ou má. Não bastasse isso, a família de Lena é uma confusão, na realidade muitas coisas nessa história são confusas. Lena é quase enigmática e tem um certo medo dos poderes da família, isso incluí os próprios poderes.

Depois de ler o livro e conhecer melhor a história finalmente entendi o que tornou o filme tão ruim. Tentaram transformar a história no novo "Crepúsculo" e visivelmente não deu muito certo. Lena é a pessoa diferente da relação que tenta de todas as formas afastar as pessoas, pois se considera uma bomba relógio perigosa. Ethan é o cara que acredita ser diferente de toda a cidade e se apaixona pela pessoa errada, mas nada consegue parar o amor desses dois. Ok, isso ficou parecendo anuncio da sessão da tarde, mas é isso mesmo. rs

Como falei antes, não pretendo ler as muitas continuações, mas fiquei um pouco feliz de saber que a culpa não é do livro. O que me leva a crer que: Nunca podemos julgar um livro pelo filme. Pois é. Demorei horrores para ler o livro por dois motivos, o primeiro é a faculdade que a cada dia acaba mais com meus horários de leitura. O segundo é que a história começa num ritmo muito bom, mas em seguida vai dando preguiça de ler.

Dezesseis Luas
Autoras: Kami Garcia 
& Margaret Stohl
Editora: Galera Record
Páginas: 490
skoob do livro
meu skoob (:

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Das Páginas para a Tela: Em Chamas


É sempre muito bom quando um livro (seja uma série, ou não) que a gente gosta vira filme. É claro que alguns filmes conseguem se basear na sinopse ao invés do livro (oi, Percy Jackson), mas de qualquer forma é bem legal poder ver os personagens ganhando vida e saindo da nossa imaginação para as grandes telas do cinema. Não é segredo que eu adoro a trilogia Jogos Vorazes e esse ano vai sair o filme do meu livro favorito da trilogia! Em Chamas, Catching Fire, estreia em novembro e mesmo ainda faltando um bom tempo, infelizmente, vim aqui para falar do trailer!


O trailer está tão bom, de verdade, que eu passei a noite de sábado (dia em que o trailer foi liberado) relendo as minhas partes favoritas do livro, acabou que eu li mais da metade. rs Se você ainda não leu a trilogia, leia! Eu já expliquei um pouco sobre a história aqui e também já citei os livros aqui e aqui. Aproveite esse tempinho que temos até novembro e leia! Ah, tem algum livros que vocês gostam muito que está para virar filme? Me contem! (:

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Universidade Monstros


Sábado, como comentei aqui, eu fui ao cinema com algumas amigas para ver o novo filme Disney Pixar: Universidade Monstros. Eu sempre fui completamente apaixonada por Monstros S.A. (Boo!) e quando soube que teria um outro filme com o Sully e o Mike eu fiquei contando os dias para ir ao cinema ver. O que ajudou isso tudo foi a divulgação que a Disney fez do filme, muitas imagens de divulgação, um dia inteiro em três parques Disney para divulgar o monstrous summer e por aí vai...


Prepare-se para se apaixonar, ainda mais, pelo Mike Wazowski. Um monstro cheio de sonhos que cresceu com uma coisa na cabeça e ninguém poderia tirar isso dele. Como no primeiro filme, Mike é sempre muito positivo e acredita que todos podem conseguir o que querem. O filme conta a história antes da história, ou seja: O que aconteceu no mundo monstro antes do famoso filmes Monstros S.A. e como eles foram parar na fábrica de sustos.


Ah, uma coisa que achei legal é que quano o primeiro filme foi para os cinemas eu tinha uns sete anos e fiquei maluca com o filme. Aquele mundo em que os monstros viviam por conta das crianças era algo genial. E agora com o lançamento do "segundo" filme eles estão na faculdade, e eu também estou. Todos que assim como eu eram pequenos quando viram o filme agora estão na faculdade, ou quase lá, e é como estar ligado à história. É muito amor Disney Pixar, rs. Espero que gostem do filme! (:

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Hotel Transylvania

O que me atraiu nesse filme foi o elenco de dubladores (originais). Que vai de Adam Sandler, passando por Andy Samberg até chegar a Selena Gomez. Mas não é só isso, o filme em si também é muito bom e divertido. Um filme infantil, mas que ao mesmo tempo te da uns sustinhos bobos, te faz torcer por alguns personagens e morrer de rir com outros. Mas basicamente você vai rir da voz usada por Adam Sandler para dublar o grande Drácula.
O Hotel Transilvânia é um resort cinco estrelas que serve de refúgio para que os monstros possam descansar do árduo trabalho de perseguir e assustar os humanos. O local é comandado pelo Conde Drácula (Adam Sandler), que resolve convidar os amigos para comemorar, ao longo de um fim de semana, o 118º aniversário de sua filha Mavis (Selena Gomez). O que ele não esperava era que Jonathan (Adam Samberg), um humano sem noção, fosse aparecer no local justo quando o hotel está repleto de convidados e, ainda por cima, se apaixonasse por Mavis. 


Espero que gostem do filme!